As Juntas de Freguesia na Internet
Depois do estudo da presença das Autarquias na Internet, é a vez das Juntas de Freguesia. A Universidade do Minho / Gávea publicou no último dia de 2008, o 3º estudo da presença na Internet das Juntas de Freguesia portuguesas, o qual incluí o ranking completo de acordo com a qualidade e maturidade da presença na Internet.
Novamente é de louvar a iniciativa dos Professores Luis Amaral e Leonel Santos e aplaudir os premiados.
Em termos de ranking global as dez juntas de freguesia melhor classificadas são, por ordem decrescente de classificação: Arcozelo (Concelho de Barcelos), São João de Brito (Concelho de Lisboa), Rio do Mouro (Concelho de Sintra), Fafe (Concelho de Fafe), Santo Ildefonso (Concelho do Porto), Cota (Concelho de Viseu), Fátima (Concelho de Ourém), Pardilhó (Concelho de Estarreja), Algueirão – Mem Martins (Concelho de Sintra) e Almalaguês (Concelho de Coimbra).
De notar que este estudo agora publicado se referem a dados recolhidos em 2006. Neste ano de 2009, os autores comprometem-se a publicar o 4º estudo das Freguesias com dados de 2008 e o 6º das autarquias com dados de 2009.
E os processos internos?
No grupo de discussão da Inovação Autárquica, a propósito do estudo das autarquias, trocaram-se algumas ideias sobre possíveis evoluções destes estudos, focando-se nomeadamente a importância de “medir” os progressos não só da presença Internet – como estes estudos o têm feito, mas avançar também para medição da eficácia interna dos processos.
Numa altura em que se gastaram muitos dinheiros públicos em reengenharia de processos, intranets, workflows, balcões de atendimento e afins, interessava também “medir” a performance relativa das autarquias nestes processos. Da conjugação das duas leituras haveria um ranking que – creio – ilustrava melhor a performance relativa de cada uma. Talvez estes estudos a apresentar em 2009 possam fazer algumas incursões nestas matérias.
Fica a reflexão.
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Seria interessante perceber porque é que um estudo elaborado em 2006 só foi publicado em final do ano de 2008!!!, ou seja, com pelo menos 2 anos de atraso.
Para que serve este estudo quando já nao reflecte minimamente o estado actual? Pois como todos sabemos 2 anos nestas questões é muito tempo.
Interessante é também verificar que os autores do estudo se comprometem, e aí bem, a divulgar ainda este ano o estudo das autarquias relativamente a 2009 e o das juntas de freguesia relativamente a 2008.