Autarquia Digital

Inovação na Administração Pública Autárquica


Candidato no facebook? Ebook gratuito sobre Facebook Insights e Analytics


facebook insightds and analyticsAndré Zeferino especialista em Facebook Insights e Analytics publica um Ebook sobre conceitos e fundamentos de análise para Iniciados.

Numa altura em que inúmeros candidatos às autárquicas se aventuram por mares nunca antes navegados – i.e. pelo facebook e/ou redes sociais, este Ebook ajuda-os a “ler” o Facebook Insights e melhor entender o alcance e eficácia das mensagens que são propagadas e do “engagement” com os eleitores. Boa leitura!

A apresentação do Ebook é feita assim:

Sob o título: “Facebook Insights & Analytics – Conceitos e Fundamentos de Análise para Iniciados”, este conteúdo foi desenvolvido com o objectivo de ajudar os Analistas que sentem dificuldades, numa fase inicial das suas funções, a encontrar um fio condutor lógico e metódico em toda a informação disponível sobre o Facebook Insights.

Trata-se de um auxiliar de informação e de conhecimento para interiorizar conceitos e fundamentos essenciais, que ajudam a compreender o contexto dos números que suportam cada Page na óptica analítica, complementando outras fontes de informação sobre o Facebook, elaboradas mais na perspectiva de marketing.

O estudo pode ser encontrado na página da Workvalue.


A eleição de Obama nas redes sociais


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Na véspera das eleições americanas, importa acompanhar a utilização que o candidato Obama faz das redes sociais.

Encontrei este artigo no Cibertransistor que aqui transcrevo, e que ilustra os diversos canais de comunicação que a campanha de Obama usa. Vamos ver com que resultados.

Barack Obama está em campanha para a sua reeleição e a casa branca está pronta para usar a sua “arma” secreta. Plataformas digitais capazes de mobilizações em massa quer ao nível de voluntariado para a sua campanha quer de “angariação” de votos, cada vez mais preciosos nos tempos que correm…

A campanha presidencial de Barack Obama em 2008 foi elogiada por todo o uso dado a estas plataformas, conseguindo desta forma criar “engagement” com toda a comunidade que até então nenhum político tinha conseguido.

Twitter, Facebook e MySpace, além da sua própria rede social, My.BarackObama.com, foram as “armas” de mobilização massiva.

Com esta abordagem a campanha de Obama conseguiu atrair um público que normalmente não está envolvido no processo político, ancorados ao lema “Change”. Desta forma bateram-se recordes históricos ao nível de angariação de fundos. Após o discurso de Sarah Palin na Convenção Nacional Republicana em 2008, a campanha de Obama acumulou o maior número de doações em um período de 24 horas – US $ 10 milhões de cerca de 130.000 doadores.

Se não fosse a Internet, Barack Obama não seria presidente. Se não fosse para a Internet, Barack Obama não teria sido o candidato
Huffington Post –  após a eleição de 2008.

Toda a Media especializada apelidou a vitória de Obama como, “A Eleição do Facebook“, no entanto, este era apenas um sinal da revolução que as redes sociais iriam despoletar.

O Facebook foi muito importante em 2008, Obama teve 2 milhões de amigos no Facebook, e agora tem 28 milhões
Sam Graham-Felsen –  responsável pela área de blogues na campanha de 2008

Os Media Sociais têm crescido exponencialmente, e, como resultado, muito do que a campanha tem feito é tentar chegar com  conteúdo relevante que será disseminado em toda a media social.

Nesta sua segunda corrida para a presidência, Obama e a sua equipe têm a tarefa ainda mais dificultada. Será mais uma vez vitoriosa?  Obama vai conseguir recriar a “magia” da primeira?

Obama versão digital em 2008

Na primeira campanha presidencial de Obama ele esmagou o seu rival republicano John McCain na arena digital. Obama não só ganhou muito mais seguidores e amigos em diferentes plataformas, mas também, a sua equipa demonstrou que estava muito mais comprometida com os Media Sociais como um espaço para envolver os utilizadores/eleitores de forma mais eficaz e eficiente.

Aqui estão alguns exemplos da incursão notável da campanha:

  • Twitter: Obama juntou-se ao Twitter em Março de 2007 e no dia da eleição de 2008, ele era uma das pessoas mais populares do microblog. Ele tinha mais de 118.000 seguidores, enquanto seu rival republicano McCain teve uns meros 4.942 seguidores.
  • YouTube:A campanha de Obama usou o YouTube para divulgar 14.500 horas de imagens de vídeos oficiais – todos gratuitos. De acordo com o consultor político Joe Trippi, essa quantidade de visibilidade na rede de televisão teria custado US $ 47 milhões.
  • MySpace: Obama tinha cerca de quatro vezes mais amigos no MySpace do que o seu concorrente McCain (844.927 contra 219.404) – uma enorme vantagem, embora não tão acentuada como a sua liderança Twitter.
  • My.BarackObama.com: Criação da sua própria “rede social”, a primeira plataforma social para apoiantes da campanha de forma haver um envolvimento mutuo de todos os eleitores. Após a vitória de Obama, a campanha decidiu manter a plataforma activa. A campanha também usou o Change.gov – o site oficial – para pedir aos cidadãos para compartilhar as suas histórias e metas.
  • Texto Presidencial: Uma forma que Obama encontrou para recompensar os seus apoiantes, enviando-lhes uma mensagem de texto com a notícia do vice-presidente. O texto dizia:

Barack escolheu o senador Joe Biden para ser nosso candidato a VP. Assista ao primeiro comício de Obama-Biden ao vivo às 15:00 na www.barackobama.com Espalhe a palavra!

Obama versao digital em 2012

Liderando a eleição de 2012, Graham-Felsen diz baseado na experiência de sua estratégia de 2008:
Como podemos construir uma comunidade on-line e como podemos traduzir isso em mobilização offline?

Isto foi o que a equipa digital de Obama nos reserva para 2012:

  • Dashboard:Dashboard é a ferramenta de campanha social da equipe de Obama lançado em Maio de 2012 – é uma versão mais evoluída do My.BarackObama.com.
  • Instagram: A campanha de Obama juntou-se a 4 de Janeiro ao Instagram, um dos aplicativos de mais rápido crescimento no mercado mobile. Ele usa a plataforma para mostrar fotos pessoais e “behind-the-scenes “ associadas à sua campanha.
  • Mobile App: A campanha de Obama lançou a aplicação “Obama para a América” , uma App político partidária, que consiste numa ferramenta que permite inscrições para eventos de campanha, doar dinheiro e obter informação acerca do processo de votação nos respectivos distritos.
  • Reddit AMA: Obama respondeu a perguntas da comunidade Reddit, em uma AMA (“Ask Me Anything”) a 29 de agosto. O presidente atraiu mais de 200.000 pessoas para a conversa, e 1,8 milhões de inscritos para o evento.
  • Square: Obama começou a usar o Square em janeiro para receber doações através de iPhones e smartphones Android.
  • Doações de mensagem de texto: A campanha de Obama tornou-se a primeira campanha presidencial a aceitar doações através de mensagens de texto a 23 de Agosto. Apoiantes podem enviar até US $ 50 através de sms de valor acrescentado.
  • Twitter, LinkedIn e Facebook: Obama realizou reuniões digitais, respondendo a questões de utilizadores no Facebook em Abril de 2011, o Twitter em Julho de 2011 e LinkedIn em Outubro de 2011. Estas reuniões digitais ocorreram antes do período de campanha começar oficialmente, esta foi uma forma encontrada para dar o kick-off da campanha ao nível tecnológico.
  • Google+ Hangout: Obama realizou um Hangout Google+ em Janeiro, iniciando assim o recurso ao vídeo chat do Google.
  • Michelle Obama no Pinterest: A campanha decorre numa conta Pinterest criada para Michelle, conta esta que a primeira-dama usa ocasionalmente para si mesma com a assinatura “-mo”.
  • Foursquare: Presente desde Agosto de 2011, antes  da campanha iniciar oficialmente,  a ferramenta tem sido utilizada para a partilha com os seus apoiantes dos seus locais de passagem.

Resposta de Obama à “maioria Eastwood”: A equipe de Obama twittou uma foto do presidente de costas sentado na cadeira do Salão Oval, em resposta aos comentários de Clint Eastwood durante o congresso republicano.

@ BarackObama – Esta cadeira está ocupada.

Obama versão digital 2008 e 2012  apresentam duas realidades completamente diferentes.
Em 2008, a campanha de Obama surgiu como inovadora e experimental.
Em 2012, com toda a media social perfeitamente “instalada” e a ser um pouco a imagem do “power to the people”, são plataformas bidirecionais onde todos os consuidores estão ligados numa rede de mais de 2 biliões de utilizadores, chegando ao ponto de nos surpreendermos a nós próprios quando ao escrever um artigo como este descobrimos que o Obama está na nossa 2ª linha de contactos no Linked in é caso para dizer WOW.

O grande mérito de Barack Hussein Obama, que mudou a forma de se fazer política no seu país e em todo o mundo, foi ficar atento à evolução dos meios, Medias e tecnologias, para usá-los, assim que fosse viável e necessário, a seu favor, e mais importante, antes que os seus concorrentes tivessem coragem de o fazer.

Assim este é um exemplo claro de que é estar presente de forma eficaz e efetiva nos Media sociais. Pois, não bastam iniciativas isoladas para ouvir a população. É necessário além de ouvir, dar satisfações, mostrar resultados, dialogar com os eleitores, para que haja de verdade um acompanhamento de uma comunicação contínua em ambas as partes e acima de  tudo construir relações duradouras.

Tal como ao nível empresarial a grande questão hoje em dia é estar atualizado, ter visão e acima de tudo coragem de implementar uma estratégia antes dos seus concorrentes. Esta será a grande variável diferencial do séc. XXI. Obama já a está a usar e vocês?

Ou como diria Peter Drucker, “A inovação sempre significa um risco. Mas ir ao supermercado de carro para comprar pão também é arriscado. Qualquer atividade económica é de alto risco e não inovar – isto é, preservar o passado – é muito mais arriscado do que construir o futuro”.


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Apresenta o teu projeto Web 2.0 no Cidadania 2.0


O evento Cidadania 2.0 pretende estimular a discussão sobre novas formas de comunicação no seio da sociedade em Portugal, procurando:

  • enfatizar a importância do diálogo entre Governo, Administração Pública, ONGs e os cidadãos em geral
  • dar a conhecer exemplos concretos do que pode ser feito nesse sentido, alertando para os desafios, mostrando oportunidades, e partilhando resultados
  • inspirar as organizações portuguesas a experimentar as ferramentas sociais para iniciar o diálogo com aqueles que servem, ou com aqueles de quem precisam para ir ao encontro dos seus propósitos.

Propostas para apresentação de ideias ou projetos

Se tem uma iniciativa que tira partido das ferramentas sociais para aumentar o diálogo em sociedade e mobilizar os cidadãos para uma participação mais ativa, candidate-se para a apresentar no dia 27 de Outubro!

Envio de propostas – 13 Agosto a 23 Setembro

Fale-nos da ideia ou projeto que gostaria de partilhar, debater e impulsionar com os participantes do Cidadania 2.0.

Votação – 24 Setembro a 7 Outubro

As propostas que verifiquem os requisitos ficam a votação (se necessário). Vote e divulgue a sua proposta através das redes sociais.

Notificação – 9 Outubro

Os responsáveis pelos projetos mais votados serão notificados para confirmarem a sua presença no Cidadania 2.0.

À semelhança do ano passado teremos lugar no programa para breves apresentações de projetos mas vamos mais longe do que isso: dinamizaremos, com ajuda de parceiros, uma série de ações que visam ajudar a estes projetos com contactos, mecanismos, ferramentas, recursos, dicas e informação que lhes permitam avançar.

Um dia inteiro para networking, troca de experiências e contactos e aprendizagem!


Autarquias – Go Social Now!


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É sabido que a administração pública tem de reduzir despesa, que tem de aumentar eficácia, que tem de melhorar a sua capacidade de prestar serviço às populações.

Pois bem, as redes sociais e suas ferramentas podem permitir grandes reduções de custo e grandes aumentos de eficiência e ser instrumentais para atingir estes objectivos.

É este o mote do evento Social Now que se vai realizar no Porto nos próximos dias 27 e 28 de Junho.

O Social Now é um evento com um formato muito original

É um evento para organizações que:

  • Querem perceber como podem as ferramentas sociais ser usadas no contexto organizacional
  • Precisam de entender quais as verdadeiras diferenças entre as muitas ferramentas no mercado
  • Estão curiosas quanto aos aspetos a considerar ao analisar uma ferramenta social
  • Querem reduzir custos e aumentar a eficiência organizacional, usando novas ferramentas, complementando as que já têm e/ou repensando processos.

Porque é que que o evento é especial?

Porque, para além de keynote speakers de grande qualidade, vão ser demonstradas 13 ferramentas como resposta às necessidades de uma mesma empresa fictícia. Esta deverá ser a melhor forma de comparar as vantagens e desvantagens de cada ferramenta no contexto de uma organização.

E como se isso não bastasse, um painel vai colocar questões para tentar perceber melhor cada uma delas mas também para destacar  aspetos importantes na análise de uma ferramenta social.

O site do evento: http://socialnow.org
Pequeno vídeo sobre o evento: Social Now – Why is it unique?

Ah, se já estiver a criar na sua cabeça razões para não vir, dê uma olhada em Frequently Used Excuses (Not) To Come.


Parlamento Açoriano usa Windows Azure como fator de democracia eletrónica


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“A solução Microsoft é uma solução na nuvem em que podemos investir inicialmente apenas na parte dos serviços e desenvolvimento, libertando-nos da manutenção da infraestrutura e dos equipamentos.”

Sandra Costa, Secretária Geral da Assembleia Legislativa Regional dos Açores

A Assembleia Legislativa Regional dos Açores é o órgão legislativo e de fiscalização parlamentar da Região Autónoma dos Açores, tendo sido instituído em 1976, na sequência da regulamentação da autonomia do arquipélago.

Uma vez que as reuniões plenárias da Assembleia são públicas, este órgão de soberania pretendia transmitir em tempo-real os trabalhos do Parlamento Regional em vídeo, bem como armazenar os conteúdos de forma a que fosse fácil a sua posterior pesquisa online, quer pelos Grupos Parlamentares representados na Assembleia, quer pelo público em geral, a partir de um portal na Internet.

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A solução implementada foi construída com base em tecnologias Microsoft, designadamente Microsoft Windows Azure.

In caso de estudo Parlamento Açoriano usa Windows Azure como fator de democracia eletrónica


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Avaliação de Desempenho de profissionais de TICs na AP


Estamos numa altura em que todos os trabalhadores da AP (Administração Pública) têm preocupações na definição de objetivos para a avaliação de desempenho para o ano de 2012.

Todos os avaliadores são chamados a definir os melhores objetivos para avaliar de forma mais justa os seus avaliados. Não pretende este artigo apontar as virtudes nem os defeitos do SIADAP (Sistema Integrado de Avaliação de Desempenho na Administração Pública), previsto na Lei n.º 66-B/2007 de 28 de Dezembro, mas sim aflorar a importância na criação de SLAs (Service Level Agreement) para medir o desempenho dos avaliados em geral e dos serviços de Tecnologias de Informação em particular.

Se em algumas áreas a definição de objetivos pode ser um exercício complexo, na área das Tecnologias de Informação tal tarefa estará mais facilitada, bastando para isso recorrer à implementação de sistemas de gestão de atividades realizadas.

Entrando num exemplo concreto, a avaliação do serviço de Helpdesk (apoio aos utilizadores), é precisamente um dos que mais facilmente se podem definir SLAs e a sua medição. Para tal, é necessário o recurso a sistemas de gestão de Tickets, que facilmente registam a criação dos pedidos, assim como o seu fecho.

Existem várias soluções de gestão de Tickets que os departamentos de TICs podem recorrer para poder medir os indicadores de desempenho relacionados com esta função. Alguns incluem ainda a possibilidade de gerir o serviço de acordo com a norma ITIL (Information Technology Infrastructure Library), se bem que para o assunto em questão, o recurso ao ITIL não seja na minha ótica imprescindível. Apresentam-se a seguir apenas três exemplos deste tipo de software:

Numa equipa de TIC em que há vários tipos de atividades, é importante classificar essas atividades e definir objetivos de acordo com essa classificação. Seguem-se um exemplo de um objetivo que pode ser aplicado a avaliados que pertencem a este tipo de profissionais.

Objectivo
Melhorar o tempo médio de resolução de pedidos de Helpdesk dos seguintes tipos: Software, Hardware, Printing, Videovigilância e Rede, classificados com prioridade média ou urgente.
As datas de início e final dos pedidos deverão ser as da data de recepção dos pedidos na Divisão, nomedamente quando registados no sistema de gestão de tickets, independentemente da forma de chegada. A data de resolução deve corresponder à data em que o pedido foi efectivamente resolvido (ticket
close).
O avaliado pode requerer a supressão de contabilização de alguns tickets que não possam ser efectuados por razões que não lhe possam ser imputáveis, como por exemplo falta de material.

Indicador de medida
Tempo médio de resolução de pedidos

Critérios de Superação
Supera se o tempo médio for inferior a 6 dias
Cumpre se o tempo médio se situar entre 6 e 11 dias
Não cumpre se o tempo médio for superior ou igual a 12 dias

É muito importante que os avaliados possam ter informação sobre o seu desempenho, pois só assim poderão percepcionar o grau de cumprimento do objetivo a si definido. Muitas vezes (um dos problemas que se apontam ao SIADAP), a monitorização ao longo do ano não é efetuada e os avaliados só têm noção dos indicadores quando já não têm possibilidade de os inverter (para os casos em que não são cumpridos).
É portanto importante que as ferramentas escolhidas para gerir as atividades das equipas, possam dar essa informação em tempo real, como se apresenta no exemplo seguinte:
Exemplo medidação SLAs

No exemplo anterior, estão calculados os TMR (Tempo Médio de Resolução) dos tickets por tipo. Estes gráficos devem estar visíveis, por exemplo, num dashboard da aplicação de gestão de tickets.

Desta forma é possível com muita facilidade avaliar o desempenho do avaliado, validando se os SLAs individuais para si definidos foram ou não cumpridos, sem margem para quaisquer subjectividades.

Espero ter contribuído para ajudar a simplificar esta tarefa, nomeadamente aos avaliadores desta área. Se se achar pertinente, posso contribuir com mais alguns exemplos de objetivos SMART para a área das TIC.


Cloud Computing na Administração Pública


iGOV.DOC - Cloud Computing na AP

O conceito de Cloud Computing («computação em nuvem») não é novo, mas nos últimos anos tem vindo a ter um maior destaque. A newsletter iGOV.DOC procurou medir o pulso à Administração Pública, quanto à adopção destas soluções, partilhando a análise de especialistas nacionais e internacionais, apresentando alguns casos práticos e antevendo tendências na adopção de Cloud Computing no Sector Público.

Download: iGOV.DOC 16 – Cloud Computing na AP.

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Dados de Lisboa abertos – Desafio à comunidade


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A CM de Lisboa, em colaboração com a AMA apresentou no dia 19 de Dezembro, o projeto de Open Data Lx.

De acordo com o site de apresentação do projeto:

O “Open Data Lx” é um projecto da Câmara Municipal de Lisboa, desenvolvido em parceria com a Agência para a Modernização Administrativa (AMA), que disponibilizará, a todos os cidadãos, colecções de dados sobre a cidade de Lisboa, nas mais diversas áreas, de modo a poderem ser utilizados no âmbito de trabalhos de investigação ou no desenvolvimento de aplicações informáticas que possam ser úteis à cidade.

In Open Data, http://www.lisboaparticipa.pt

Este projeto expõe diversos catálogos de dados, a pretende potenciar novas aplicações e novas formas de “ver” os dados públicos e com isso valoriza-los, melhorar a administração autárquica, gerar riqueza e criar oportunidades.

É um desafio aberto à comunidade de parceiros e programadores.

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A primeira aplicação divulgada é esta, pela Mr. Net

Lisboa 360 – Aplicação com informações diversas sobre a cidade de Lisboa.

Noticias relacionadas: Dados abertos – Um desafio à comunidade


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Dados abertos – Um desafio à comunidade


A AMA lançou no final de Novembro a sua plataforma de dados abertos, com o objetivo de promover uma Administração Pública cada vez mais aberta aos cidadãos.

Contou com a colaboração com algumas entidade públicas, das quais destaco a CM de Lisboa. O objetivo é promover uma Administração Pública cada vez mais aberta.

Programadores – O seu talento é importante

O mais relevante é o desafio feito a programadores (individuais ou empresas) a tirarem partido dos dados agora publicados e construírem aplicações que a todos beneficiem (quer sejam as entidades públicas, quer sejam os promotores destas aplicações).

Um exemplo a seguir. Um desafio para toda a administração pública libertar os seus dados e permitir a construção de aplicações de valor acrescentado.

Catálogo de dados

Apresenta todos os conjuntos de dados partilhados por instituições da Administração Pública. Num primeira área de destaque podem ser encontrados rankings sobre os conjuntos de dados mais votados, mais recentes e mais vistos. Na área imediatamente abaixo está disponível a ferramenta de pesquisa dos datasets, disponibilizando diversas opções para o efeito. Consulte, experimente e partilhe!

Catálogo de aplicações

A reutilização da informação pública é um dos grandes objectivos do Dados.gov. Conheça as aplicações desenvolvidas a partir dos conjuntos de dados aqui disponibilizados


Enterprise 2.0 / Organização 2.0


A Comissão Europeia mandou elaborar um estudo sobre “Enterprise 2.0”, que pode ter uma leitura para organizações públicas, pelo que vos deixo aqui a referência para vossa análise. Coloca e responde a 4 perguntas:

  1. O que é “Enterprise 2.0”?
  2. Porque é que é importante?
  3. Como deve ser implementado?
  4. O que é que a Comissão Europeia deve fazer?

Aceda ao estudo aqui: Enterprise 2.0 study


Cidadania 2.0 em vídeo


O evento Cidadania 2.0 deste ano foi registado em vídeo que a organização agora torna disponível aqui.

Segundo o anuncio feito no fórum de inovação autárquica:

Teve lugar no dia 13 de Outubro o evento Cidadania 2.0. Este ano contámos com a apresentação de 15 projetos diferentes. Penso que as pessoas neste grupo possam estar especialmente interessadas no trabalho que está a ser feito pelo Governo do País Basco, pela Junta de Freguesia de Carnide e pela Webcitizen com o projecto Vote Na Web.
A gravação vídeo do evento está disponível em aqui.


Projectos de transparência pública


TransparênciaO projecto mais emblemático de transparência pública, é sem dúvida o www.base.gov.pt.

Contudo, existem outras iniciativas muito interessantes, que permitem informar o cidadão, sobre a actividade pública.

Projecto Parlamento

“Esta iniciativa foi desenvolvida por uma comunidade que reúne pessoas que partilham uma mesma preocupação – a transparência ou a falta dela, mas em tudo o mais são diferentes, seja em competências, percursos e até línguas. Trata-se de um projecto ambicioso, mas necessário num país em que é manifesta a descrença na classe política e em que a expressão da chamada “sociedade civil” é muito apagada e onde a participação e o envolvimento dos cidadãos ganham muito com a informação mais clara, acessível e actualizada.”

Excerto retirado da página do projecto.Projecto parlamento.png

Este projecto visa essencialmente obter informação sobre a actividade dos deputados no Parlamento Português.
O projecto apresenta como objectivos:
1. Acrescentar valor aos dados disponíveis pela apresentação, pesquisa e consulta;
2. Criar novas formas de visualização que permitam descobrir novas informações;
3. Convidar os cidadãos a intervir activamente e esclarecidamente nas questões da vida pública;
4. Utilizar recursos, conhecimento e ferramentas disponíveis e utilizados por outros que acelerem o processo de desenvolvimento.

Transparencia-pt.ORG

imageO projecto Transparência na AP foi o primeiro a surgir neste domínio da transparência e dos dados públicos utilizando a Internet. Surgiu como uma resposta da ANSOL, Associação Nacional para o Software Livre, ao portal de contratos públicos online já enunciado o www.base.gov.pt.

“Foi desenvolvido para resolver as muitas dificuldades com a pesquisa e navegação no sítio oficial Base – Contratos Públicos Online”, pode ler-se sobre o projecto na sua página online.
Neste portal, desenvolvido com base em tecnologias opensource, faz-se uma cópia da informação oficial actualizada periodicamente e disponibilizada através de um interface que facilita e incentiva a procura. De momento apenas pesquisa pelo objecto e nomes das entidades envolvidas nos Ajustes Directos publicados.

Pordata

image“O projecto Pordata é um serviço público, um projecto destinado a todos, pensado para um vasto número de utentes que comungam do interesse em conhecer, com confiança e rigor, mais sobre Portugal. É, por isso, com imenso orgulho que passo, a partir de hoje, a partilhar esta fonte de informação com todos os que possam dela necessitar.” – Maria João Valente Rosa, Directora do projecto.
Este projecto representa provavelmente um dos melhores exemplos de transparência pública em Portugal. É uma iniciativa da Fundação Francisco Manuel dos Santos, que visa mostrar informação sobre várias áreas da vida pública Portuguesa, como por exemplo: População; Saúde; Educação; Emprego e Condições de Trabalho; Produto, Rendimentos e Níveis de Vida; Habitação; Conforto e Bem-Estar; Segurança Social; Cultura; Justiça; Contas Nacionais e Função Social do Estado; Empresas e Trabalhadores.

Demo.cratica

imageO projecto Demo.cratica é um projecto independente, livre e autónomo dedicado a oferecer uma nova visão sobre o Parlamento Português. No site pode ler-se a descrição do projecto como “A forma fácil de ler o parlamento. Um site independente para saber quem são e o que dizem os deputados da assembleia da república portuguesa.”
Tecnicamente, o Demo.cratica consiste em duas partes: um conjunto de ferramentas de extracção, análise e catalogação da informação pública, e um website para mostrar essa informação de uma forma simples e eficaz.


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O Facebook e as autarquias


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Tem havido alguns episódios recentes que mostram algumas práticas menos felizes por parte algumas entidades, na relação destas com os cidadãos (ou clientes nestes casos) através do facebook.

A maior rede social pode ser um aliado poderoso para o melhor… e para o pior.

Refiro-os aqui para uma chamada de atenção para aquilo que as autarquias não devem fazer na relação com os seus munícipes.

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iAP – Interoperabilidade na Administração Pública


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A iAP – Interoperabilidade na Administração Pública é uma plataforma central, orientada a serviços, tendo como principal objectivo dotar a Administração Pública de ferramentas partilhadas para a interligação de sistemas, federação de identidades, fornecedor de autenticação, messaging, pagamentos, entre outras, que permitam de uma forma ágil e com economia de escala, a composição e disponibilização de serviços electrónicos multicanal mais próximos das necessidades do cidadão e empresas.

Encontra-se disponível o documento INTEROPERABILIDADE NA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA. Nele estão descritos todos os procedimentos necessários para adesão aos vários serviços disponíveis na iAP e qual a tecnologia requerida para integração dos Sistemas de Informação aderentes.

Os serviços disponíveis (visíveis) são:

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Consulte o catálogo de serviços aqui.

Mais informação: Plataforma de Integração, Fornecedor de Autenticação, Plataforma de Pagamentos, Gateway de SMS, Perguntas Frequentes, Sugestões, AMA, Cartão de Cidadão


Advertising e Social CRM 3.0


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A APPM – Associação Portuguesa dos Profissionais de Marketing e a Microsoft Portugal realizam o 1º “Fórum Advertising e Social CRM 3.0” a realizar-se dia 25 de Outubro no Auditório Microsoft, Taguspark em Oeiras.

O novo paradigma da Web 3.0 traz novos desafios para os marketeers – “behavioral targeting”, “mobile advertising”, a integração de Facebook com aplicações P2P (“person to person”), o “search mapping” e a melhor forma de maximizar o relacionamento com os Clientes.

Conheça quais as ferramentas disponíveis, onde optimizar os investimentos e maximizar o retorno, e assista á apresentação dos Casos de Sucesso que marcam a diferença nas relações com os Clientes.

Aproveite esta oportunidade para perspectivar o papel primordial que o uso das tecnologias mais inovadoras, podem ter na construção de uma marca forte e na criação de relações sustentadas e duradouras.

Agenda

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Cidadania 2.0


Fala-se da crise económica e social que tem afectado fortemente a atividade das empresas, o comportamento das organizações públicas, a vida dos cidadãos em geral. Há preocupações ambientais enormes, sabendo-se que os nossos comportamentos, se não alterados, terão consequências drásticas no futuro. Os desafios são grandes, as oportunidades enormes e o ritmo de mudança acelerado.

Tudo isto sugere a necessidade de envolver mais pessoas capazes de partilhar as suas experiências, avançar ideias, voluntariar as suas competências. Ao invés disso, assiste-se ao fraco diálogo entre os vários elos da sociedade.

Muitas organizações e movimentos têm olhado para plataformas online, como o Facebook, o LinkedIn, o Twitter e outros, como possíveis veículos e suportes para aumentar o diálogo e o envolvimento dos cidadãos em torno de causas que a todos dizem respeito. Devemos todos considerar o mesmo!

Objectivos

O evento Cidadania 2.0 pretende estimular a discussão sobre novas formas de comunicação no seio da sociedade em Portugal, procurando:

  • enfatizar a importância do diálogo entre Governo, Administração Pública, ONGs e os cidadãos em geral
  • dar a conhecer exemplos concretos do que pode ser feito nesse sentido, alertando para os desafios, mostrando oportunidades, e partilhando resultados
  • inspirar as organizações portuguesas a experimentar as ferramentas sociais para iniciar o diálogo com aqueles que servem, ou com aqueles de quem precisam para ir ao encontro dos seus propósitos.

Destinatários

O evento destina-se a:

  • responsáveis e representantes do governo nacional e local
  • responsáveis e representantes de organizações públicas
  • responsáveis e representantes de organizações não governamentais ou sem fins lucrativos
  • responsáveis e representantes de organizações privadas interessadas num maior diálogo entre o sector público e os cidadãos
  • cidadãos em geral, especialmente os mais interessados no aumento desse diálogo

Formato

O evento terá uma vertente eminentemente prática, recorrendo a casos de estudo para ilustrar as potencialidades e resultados já obtidos em iniciativas realizadas aquém e além fronteiras.

Programa

Para mais informação, consulte o Programa.

Inscrições

Aqui.

A participação no Cidadania 2.0 é gratuita.

No entanto a inscrição é obrigatória.

A data limite para as inscrições é 11 Outubro 2011.


Cloud Computing for Government #7


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IMPLEMENT “CLOUD FIRST”

Forge ahead on Federal IT Reform—from initiating “cloud first” programs to eliminating surplus servers that tax your agency’s budget and time.

e-book: Cloud first: Federal IT reform download now view online

Video: Microsoft virtualization—learning snack

Cloud First policy

Productivity and communication workloads in the cloud

Office productivity and communication services from Microsoft

Data consolidation technology from Microsoft


Cloud Computing for Government #6


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KEEP YOUR CLOUD PRIVATE

Even if you must host your own data, you can take advantage of cloud computing. Even better, take a hybrid approach—create a private cloud for your most sensitive data, either on premises or through a partner, and use public cloud services for less critical information.

e-book: Cloud Basics: Journey to the private cloud download now view online

Video: Getting started with the Microsoft private cloud

Private cloud technology from Microsoft


Cloud Computing for Government #5


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SECURE YOUR CLOUD

Federal, state, and local agencies vary in their security and regulatory compliance needs, and you know your needs best. Cloud computing may offer IT solutions that meet your needs. Just be sure you look carefully at how well cloud providers protect key functions and sensitive data.

e-book: Cloud Basics: Security in the cloud download now view online

Video: Secure and protect your cloud computing assets

Security and privacy in the cloud

Cloud security technology from Microsoft


Cloud Computing for Government #4


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CONSOLIDATE YOUR DATA; VIRTUALIZE YOUR IT

Treasury.gov and other government agencies are benefiting from on-demand IT in the cloud…so can you.

e-book: Cloud Basics: Infrastructure as a Service download now view online

Video: What is Microsoft SQL Azure?

Modernize your IT infrastructure by extending it to the cloud

Cloud-based IT virtualization and consolidation technology from Microsoft

Real-world examples

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