Milhões de litros de água deitados fora num dia


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Num artigo do Público publicado hoje – 426 milhões de litros de água deitados fora num dia – dá conta mais de 400 milhões de litros de água para consumo humano que são desperdiçados todos os dias em roturas e fugas nas redes municipais em Portugal.

O artigo reporta-se a um relatório da Entidade Reguladora para os Serviços de Águas e Resíduos – ERSAR – sobre os serviços de abastecimento de água, tratamento de esgotos e recolha de lixo nos municípios Portugueses.

O estudo mostra a grande disparidade do desperdício de água nos diferentes municípios portugueses, com perdas que vão desde os 7% até valores acima dos 60%.

Estes números estão disponibilizados numa aplicação para smartphones lançada pela ERSAR em Setembro passado, que permite a qualquer cidadão ter acesso a uma série de informações sobre os serviços de abastecimento de água, tratamento de esgotos e recolha de lixo no seu concelho. Faça download da aplicação da ERSAR nos links abaixo.

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Veículos elétricos para a administração local?


canter eletrica

Agora que o Ministro Moreira da Silva anuncia a aquisição de 1.250 veículos elétricos para a administração pública até 2020, pergunto: a administração local também se está mobilizar para adoção destes veículos? Sejam: carros, autocarros, veículos de carga ou transporte, motas ou bicicletas…

Além das Câmaras de Lisboa, Porto e Abrantes dos testes em situação real com oito veículos comerciais Mitsubishi Canter eléctricos fabricadas no Tramagal, há mais alguma experiência ou estratégia de mobilidade eléctrica conhecida nas nossas autarquias?

Pordata Municípios


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A Fundação Francisco Manuel dos Santos lançou o Portal Municípios que disponibiliza informação estatística oficial para os 308 municípios portugueses e regiões, contribuindo para melhor conhecer Portugal, desta vez através da “lupa” regional.

Vídeo de apresentação:

São várias as áreas de sociedade aqui contempladas, agrupadas em 12 grandes temas: população; saúde; educação; proteção social; emprego; empresas; sociedade da informação; habitação e condições de vida; ambiente; cultura; justiça e finanças autárquicas. Estes indicadores podem ser agrupados segundo os diferentes critérios oficiais (Município, NUT I, II e III).

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Fonte: PORDATA Municípios é o novo projeto da Fundação Francisco Manuel dos Santos, rostos.pt, 9 de maio de 2012.

A titulo de exemplo, na seção da Sociedade da Informação, temos os seguintes indicadores:

Computadores e Internet

Telecomunicações

Multibanco

 

Para além de inúmeros outros quadros.

Aconselha-se uma navegação mais detalhada no portal PORDATA Municípios.

Londres tem ruas mais limpas com a Cloud


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Londres adoptou uma solução semelhante à Minha Rua que tem sido promovido pelo Simplex Autárquico e pelas autarquias aderentes.

Chamaram-lhe London Love Clean Streets.

Está feito sobre o pacote Streetcare disponibilizado no CSP – Citizen Service Platform.

A aplicação é feita na “Cloud” com o Azure, Silverlight e Bing Maps, produz um mapa interactivo e permite às pessoas anunciar problemas e incidentes no espaço público.

Resultado?

Ruas mais limpas em 87% dos casos, e menos 30% de grafittis.

O caso de estudo pode ser lido aqui.

Cloud computing? Nas nossas autarquias ou isso é só para Londres?

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Estas soluções baseadas na Cloud estão cada vez mais na ordem do dia. Brevemente vão haver novidades em algumas autarquias com soluções nas núvens, para resolver problemas bem reais e a custos bem contidos.

Nos tempos que correm é importante inovar, e controlar custos. A Cloud permite-o.

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Limpar Portugal com tecnologia Microsoft


Na semana passada 100.000 pessoas andaram a Limpar Portugal através de uma iniciativa da sociedade civil (de Nuno Mendes, Paulo Torres e Rui Marinho).

O Sr. Presidente da República e outras entidades oficiais deram o seu patrocínio e a iniciativa (quase) ganhou contornos de iniciativa nacional.

Para além do papel incontornável dos municípios e – sobretudo – das freguesias, quero aqui referir o papel da tecnologia Microsoft no projecto através do envolvimento do projecto 3rd Block da Universidade de Aveiro (desenvolvido pelo Cláudio Teixeira e João Paulo Barraca) premiados no concurso do Imagine Cup de 2008.

Quem quiser saber onde estão e quais são as lixeiras que foram referenciadas no passado dia 20, só tem de ir a www.3rdBlock.net e acompanhar o estado de cada lixeira. A imagem seguinte dá o ponto de situação na região da grande Lisboa – argh…

 

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A exemplo de outras aplicações de base “geográfica” que muito podem ajudar à gestão autárquica.

Serviços Públicos de Água e Saneamento


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O desafio da gestão municipal da água e saneamento

À responsabilidade crescente da missão autárquica corresponde o desenvolvimento de um conjunto de novas e reformuladas competências, dos quais os serviços de Ambiente e Utilidade Pública (Água, Saneamento, Resíduos Sólidos, etc.) assumem um papel vital no desenvolvimento sustentável dos municípios.

Continue a ler Serviços Públicos de Água e Saneamento

De olho na terra


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A poucas semanas da conferência de Copenhaga , a agência europeia do ambiente lançou a segunda fase do portal Eye on Earth, que monitoriza a qualidade da água e do ar (novidade nesta 2a versão), a partir de 32 países, apresentado-os em 25 línguas. É mais um exemplo de aplicações visuais (geográficas) para apresentação de uma imensa quantidade de dados (tornando-os assim úteis).

Tem a particularidade de ser uma aplicação feita com o Bing Maps e em cima da nuvem do Windows Azure, demonstrando assim a vocação desta plataforma para aplicações de massas e em larga escala.

O Eye on Earth é composto por dois módulos.

  • WaterWatch (water quality)
  • AirWatch (air quality)

Recolhe informação de milhares de sensores espalhados por toda a Europa, assim como o input dos cidadãos que podem registar as suas informações de forma a dar enriquecer o serviço.

Fica aqui o convite para “monitorizarem” o serviço e a qualidade do ar e da água.

Vejam o vídeo de apresentação.

Link: www.eyeonearth.eu 

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Porto saves paper with CaveDigital Board Meeting Solution


City of Porto saves paper with CaveDigital Board Meeting Solution


The CaveDigital Board Meeting solution is enabling the City of Porto to be much more efficient in how it schedules and manages council meetings and how it hs greatly reduced their use of paper.

Update 8/Set/09 16:00 (link corrigido)

Águas do Porto optimizam gestão


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Criada em 2006, a Empresa Municipal Águas do Porto gere cerca de 150 mil clientes e tem uma facturação anual da ordem dos 40 milhões de euros.

A passagem das regras contabilísticas do POCAL para as do POC criaram ao mesmo tempo a necessidade e a oportunidade para que a empresa repensasse todo o seu sistema de ERP.

Com a desmaterialização de grande parte dos processos, há uma optimização considerável dos recursos humanos e assegura-se uma maior fiabilidade na informação que é produzida por cada departamento.

– João Paulo Almeida, responsável de TI da Águas do Porto, E.M.

Redução de custos, ou como investimentos minimos podem levar a significativas reduções de custos de operação das TI


De volta ao tema da redução de custos.

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Descobri esta calculadora da Alinean, que faz uma análise detalhada de alguns vectores de redução de custos de infraestrutura tecnológicas.

Faz um questionário prévio, e produz um relatório detalhado(em Inglês) com muito bom aspecto, que pode ajudar a estabelecer algumas politicas de redução de custos.

Com perguntas semelhantes a estas…

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…produz um conjunto de recomendações para anallisar com atenção.

9 ideas to make anyone a Cost-Cutting Hero

Na documentação anexa encontrei este whitepaper com 9 medidas concretas para cada um de nós se tornar um “Cost-Cutting Hero”:

  1. Server Virtualization to reduce infrastructure investments, energy and operations overhead costs, and help improve server administration –> $195 savings per user per year
  2. Database Consolidation -> $90 savings per user per year
  3. Better managing storage – $20 savings per user per year
  4. Leverage licensing to save more – $250 to $500 savings per user per year
  5. Implement server systems management to reduce administration costs -> save $46 per user per year
  6. Virtualized desktop applications help reduce application management costs -> $93 per user per year
  7. Implement PC standardization and security management to save on PC engineering -> $430 per user per year
  8. Unified Communications -> Saving over $1,123 per user per year in business and IT costs
  9. Collaboration -> saving over $200 per user per year just from printing and mailing savings

Energy Star – Como reduzir o consumo energético dos computadores


Numa época de preocupações ambientais, as nossas organizações nem sempre têm uma noção exacta do seu consumo energético, em particular nos computadores e monitores. Esta iniciativa da União Europeia – Energy Star – oferece umas quantas ferramentas para calcular qual o consumo de uma rede de computadores. Nessa altura poder-se-á descobrir que a simples mudança de monitores CRT para LCD produz uma redução de 73w para 25w num monitor de 17”. Vejam a calculadora aqui.

Portáteis amigos do ambiente

Numa leitura rápida, o mais significativo é a substituição de um PC por um portátil. O consumo comparativo é menor em 67% num portátil. Vejam este quadro.

Power Management Best Practices

No uso dos portáteis (e outros computadores) há uma série de medidas de poupança energética que devem ser consideradas. Neste documento estão listadas as Power Management Best Practices for Windows Vista.

Seria interessante fazer um estudo de consumo de energia de uma rede de comutadores e que medidas poderão fazer uma poupança real de custos e de emissão de CO2.

Em tempo de crise, como poupar com as tecnologias ?


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Estamos em crise. O petroleo ora sobe ora desce, os mercados idem, há uma grande incerteza nas organizações com consequência imediata na necessidade de conter ou reduzir custos.

Neste cenário, a tecnologia pode dar uma ajuda fundamental, ao automatizar funções, reduzir custos operacionais e disponibilizar novas funcionalidades.

Como? os seguintes exemplos dão o mote.

Virtualizar

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Virtualizar servidores. A virtualização é uma técnica que permite que uma único equipamento servidor possa “correr” vários servidores virtuais, simulando o seu hardware. Com esta técnica reduz-se o número de servidores necessários para uma organização, com a consequente poupança nos cutos de aquisição, manutenção e operação. Exemplo de solução de virtualização.

Comunicações unificadas

Reduzir os custos de comunicações e telecomunicações através de uma solução de comunicações unificadas. Estas permitem contacto de voz e imagem (video conferência) entre quaisquer dois (ou mais) colaboradores da organização. Especial referência para a Roundtable (imagem anexa), que é uma câmara inovadora que filma à volta de uma mesa de reuniões em 360º. Muito, muito bom.

Padronização, automação

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Estação padrão e estratégias de instalação automática. Ao fazer  convergir uma mesma imagem das estações de trabalho, está-se a “normalizar” e a reduzir os custos de operação apenas pelo simples facto de ser mais fácil identificar e corrigir quaisquer “problemas” nestas estações de trabalho. Aliado a uma estratégia de instalação automática, fica-se com uma solução que reduz custos e tempos para uma resposta mais rápida.

Reduzir consumo de papel e consumiveis

42-17994381 - Summer Tree

É impressionante a quantidade de papel que se imprime e que ninguém lê. Se passarmos de uma situação de impressão generalizada para uma em que a impressão é a excepção e não a regra, estaremos seguramente a reduzir consumos desnecessários e a poupar umas árvores. O exemplo da CM do Porto é de realçar, mas queria chamar a atenção para a potencialidade do Rights Management como tecnologia, não apenas para controlar acessos – como é seu designio, mas também para gerir quem pode e não pode imprimir um determinado documento.

Resultado?

42-16986828 - Businessman Drawing Line

O resultado destas iniciativas permite (seguramente) às organizações terem uma custo de operação mais reduzido. Nestes tempos de crise, são boas noticias. Outras iniciativas haverão, mas estas são um “investimento seguro” para reduzir custos.

Comentários? Outras iniciativas?

 

O lixo, o ambiente e as redes sociais


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Numa altura em que o ambiente está na ordem do dia, é interessante testemunhar boas práticas de como uma comunidade virtual (Greenopolis) pode ajudar ao objectivo de melhorar o ambiente e a gestãos dos lixos no espaço de uma cidade.

O exemplo vem do gigante americano da recolha e tratamento de lixos (a Waste Management), que patrocinou o aparecimento desta rede social que permite troca de ideias, jogos, foruns, blog e outras formas de relacionamento, sempre sob uma aura verde.

"Greenopolis.com is the first "green," interactive, collaborative, educational website to bring together communities, environmental organizations, universities, foundations and corporations to reward individuals for making incremental positive environmental changes."

Junta a comunidade local como escolas, empresas e individuos, e reconhece empresas/organizações e individuos que tenham um desempenho ambiental positivo. Exemplo? o "best blogger do mês": http://greenopolis.com/myopolis/blogs/blogher08.

Obviamente tenta tirar partido das outras redes sociais mais amplas e com mais capacidade de atrair novos aderentes. Facebook, myspace e twiiter. Desafio-vos a darem uma vista de olhos pelas redes seguintes, nos respectivos links.

Become a fan of our page Become Liv Greene’s friend Follow us on Twitter

Por isso… Be green em Greenopolis. Mas também por cá, vamos "desafiar" entidades públicas e privadas a serem mais "green". É uma mensagem que rende dividendos ambientais e … politicos.

E por cá?

Já vejo alguns exemplos. Chamo-vos a atenção para este prototipo vindo da Universidade de Aveiro de um conjunto de alunos denominado 3rd Block (o 3º calhau, por acaso, é onde todos vivemos :-).

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Mostra como uma comunidade local atenta pode alertar/denunciar maus tratos ambientais e com isso ajudar as autarquias a terem um melhor desempenho ambiental.

Metereologia interactiva


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O tempo em que nos mostravam o anti-ciclone dos Açores em mapas como estes já lá vai.

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As tecnologias permitem agora que mapas interactivos deem leituras de temperatura, pressão atmosférica, precepitação, vento etc.. Vejam os Interactive Weather Maps do Weather.com.

À consideração do Instituto de Metereologia.

Cheias e inundações


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Estão concerteza recordados das cheias que o Katrina provocou em New Orleans e no estado do Lousiana em 2005.

Como resposta para poder melhor gerir situações futuras, o estado do Lousiana desenvolveu o Louisiana Mapping Project que inclui a cidade de Lafayete e o seu mapa de zonas de cheias. Com este tipo de informação é muito fácil prespectivar as áreas de maior impacto numa situação de cheia.

Em Portugal todos vemos nas noticias as inundações de Águeda, Ribatejo, concelhos da área metropolitana de Lisboa e por vezes na zona do Mondego e do Douro, para além das zonas ribeirinhas de uma forma geral.

À consideração das respectivas autarquias, INAG e Instituto de Metereologia.

Eye on Water


No último dia de Julho foi lançado um portal, da iniciativa da Agência Europeia do Ambiente um portal de monitorização e acompanhamento da qualidade da água. O Portal chama-se “Eye on Earth” e está disponivel aqui na sua versão Portuguesa. Está feito com integração com o Virtual Earth e com o Portal MSN.

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Para já estão disponiveis dados da Itália, Grécia, Malta, Holanda, Eslovénia e Portugal, que são recolhidos em mais de 21.000 pontos de monitorização nestes países, e os dados são actualizados numa base regular. Podemos ver aqui nesta imagem uns "amarelos" nas praias da Parede e São Pedro do Estoril.

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Importa aqui realçar o papel das autoridades ao assinalarem de forma pública estes problemas da qualidade das águas. As ferramentas e as tecnologias aqui utilizadas podem perfeitamente serem utilizadas para sinalizar outros tipos de dados ao público. Por exemplo, dados ambientais, demográficos, sociais, económicos ou outros. O exemplo do "eye on water" pode inspirar outros.