Cidadania 2.0: Movimento Cidadania e Democracia Participativa


Movimento Cidadania e Democracia Participativa: O projecto tem como base a criação e desenvolvimento de processos e metodologias, assentes nas redes e novas tecnologias, para a gestão interna de partidos de democracia participativa

Movimento Cidadania e Democracia Participativa

A democracia portuguesa sofre hoje de de vários problemas decorrentes da inibição de participação dos cidadãos, em especial no interior dos partidos, dado que a sua forma de funcionamento interno não permite que a maioria dos militantes sejam ouvidos fora dos actos eleitorais internos e possam supervisionar e condicionar de forma eficaz as actividades dos representantes intra-partidários eleitos, o que permite um liberdade de acção abusiva aos agentes políticos, lesando o Estado e denegrindo a imagem pública da política. E esta é a principal situação que nos propomos a mudar, para que faça sentido pertencer a um partido, e para que assim este actue de acordo com a vontade colectiva dos seus militantes.

O projecto tem como base a criação e desenvolvimento de processos e metodologias, assentes nas redes e novas tecnologias, para a gestão interna de partidos de democracia participativa. Com este sistema, o funcionamento do respectivo partido assentará num modelo de governo sombra, em que grupos de cidadãos ou associações, defendem os seus interesses e contribuem com os seus conhecimentos em áreas homologas aos ministérios, influenciando assim todas as decisões do partido nas respectivas questões em que interfiram. O poder desses grupos e associações privadas que actuam no seio do partido depende da representatividade que a dado momento lhes esteja delegada por militantes do partido.

 

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Cidadania 2.0: Pensar Lisboa


Pensar Lisboa: O Pensar Lisboa é um espaço de liberdade. Um grupo de cidadãos juntaram-se com o objectivo de Pensar a sua cidade. Ouvir, aprender e provocar consciências. Vivem intensamente Lisboa

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Um grupo de jovens decidiu criar uma plataforma que permita um olhar atento sobre Lisboa. São pessoas que vivem intensamente a cidade de Lisboa. Que gostam de aprender, conhecer e pensar sobre o futuro desta cidade e da comunidade onde se inserem. Procuram conhecer in loco e não serem apenas uns criticos de pc na mão e sentados na zona de conforto. Entrevistam pessoas, conhecem realidades, ouvem diferentes opiniões. Têm um objectivo claro: ajudar Lisboa.

Têm utilizado um blogue para partilhar o conteúdo que vão criando e recolhendo. Têm recorrido ao Facebook para ecoar esse conteúdo, dar mais visibilidade e atrair mais participação.

Cidadania 2.0: Despesa Pública


Despesa Pública: Saiba onde, como e por quem é gasto o dinheiro dos contribuintes

Logo do Despesa Pública

Despesa Pública nasce da necessidade de disponibilizar de forma acessível, organizada, detalhada e suficientemente flexível, informação de como, onde e por quem é gasto o dinheiro dos contribuintes. Todos os cidadãos têm o direito ao acesso a esta informação, para que possam colaborar no controlo da despesa pública: comentando, interrogando, divulgando e fiscalizando os gastos das instituições públicas.

O Estado gasta milhares de euros em novas tecnologias, em plataformas que potenciam e facilitam a cobrança da receita, no entanto, no que respeita à disponibilização de informação sobre as instituições públicas, o seu património e despesa, a pouca informação que existe, está dispersa, mal organizada e de difícil acesso.

Despesa Pública

 

A transparência e o fácil acesso à informação é o primeiro instrumento no combate à corrupção, por isso não se entende porque existe tanta relutância na maioria das instituições públicas em disponibilizar essa informação.

Pretende-se que este projecto seja uma plataforma informativa e útil à sociedade. Não querendo ser sensacionalista, nem partidária, espera-se que os cidadãos e os diferentes intervenientes, vejam-na como um apoio ao crescimento do país, à cidadania participativa e à concorrência leal no fornecimento de bens/serviços ao sector público.

A recolha desta informação nem sempre é um processo simples, e por vezes, esta não está 100% correcta, por isso, cabe a todos nós, procedermos à sua validação e solicitar às instituições que forneçam, cada vez mais, informação e mais correcta.

Neste momento está-se a recolher os Ajustes Directos através do site base.gov.pt e os dados das empresas através do site publicações.mj.pt.

Cidadania 2.0: Gripenet


Gripenet: Projecto de vigilância participativa auto-reportada que monitoriza, em tempo real, a epidemia da gripe através de questionários de sintomas, reportados directamente pelos participantes

Logo do Gripenet

A ideia de monitorizar a epidemia sazonal de gripe, utilizando a Internet e com base na participação voluntária dos cidadãos, nasceu na Holanda, em 2003. Rapidamente constituiu-se num caso de sucesso de comunicação de ciência e de promoção da saúde. O projecto holandês, entretanto alargado à Bélgica que fala flamengo, motivou investigadores do Instituto Gulbenkian de Ciência (IGC) a encetar uma colaboração internacional que veio dar lugar, em 2005, ao Gripenet português.

Acompanhando a actividade esperada da gripe, o Gripenet recolhe dados de Novembro a Maio. É com base nesses dados, recolhidos em questionários on-line, que é feita a monitorização da epidemia sazonal. Contudo, o site www.gripenet.pt, que serve de suporte ao projecto, está activo durante todo o ano de forma a fornecer informação sobre a doença e as temáticas com ela envolvidas. O site do Gripenet é o maior repositório de conteúdos on-line em língua portuguesa sobre a gripe.

Gripenet - mapa de sintomas

 

Todos podem participar na monitorização Gripenet. Basta residirem em território nacional e possuir endereço de correio electrónico. Depois de se registarem no site, os participantes recebem semanalmente uma newsletter com curiosidades e notícias sobre a gripe e são convidados a preencher, em alguns segundos, um pequeno questionário sobre os sintomas gripais (ou ausência deles) da semana anterior. A recolha de dados (que são anonimizados) tem por objectivo monitorizar, em tempo real, a evolução da epidemia. Todos os resultados (incidência total, por grupos etários, eficácia da vacinação, comportamentos, etc) são públicos: http://bit.ly/1fE2rz9

Desta forma, qualquer cidadão pode contribuir com informação pertinente para o desenvolvimento de modelos epidemiológicos sobre a gripe.

Devido às suas características, o sistema Gripenet possibilita uma detecção precoce de eventuais anomalias, e uma captação de pessoas que recuperam da gripe sem recorrer aos serviços de saúde, com uma assinalável economia de recursos. Características potencialmente úteis em caso de uma eventual pandemia.

Os dados são analisados por investigadores do IGC e a informação fica disponibilizada no site sob a forma de curvas de incidência, projecção geo-referenciada em mapas de diferentes escalas, bases de dados para fins de investigação, etc. Este trabalho é acompanhado pelo desenvolvimento de modelos matemáticos e plataformas computacionais com capacidade para simular a propagação da gripe em Portugal e avaliar cenários de intervenção.

O projeto Gripenet é financiado pela Fundação Calouste Gulbenkian e pelo mecenato científico. Como parceiro do projeto Epiwork , o Gripenet participa ativamente na construção de uma rede europeia de monitorização da gripe através da Internet, designada Influenzanet. Fazem actualmente parte desta rede uma dezena de países europeus.

Em 2009, o Gripenet foi distinguido pela Agência para a Modernização Administrativa (AMA) como exemplo de “boas práticas” de serviço ao cidadão. Foi ainda incluído na Rede Comum de Conhecimento.

Cidadania 2.0: Moçambique: cada cidadão um observador eleitoral


Moçambique: cada cidadão um observador eleitoral: Repórteres cidadãos que usam telemóveis para enviar relatos espontâneos daquilo que observam durante o processo eleitoral

Logo A Verdade Autarquicas

Com o advento da era digital e o acesso cada vez mais disseminado às redes móveis de telecomunicação por todo o território moçambicano, qualquer cidadão pode assumir o papel de observador independente das eleições autárquicas de 20 de Novembro de 2013. Estas representam uma oportunidade – e um desafio – sem precedentes para os observadores e os média.

O Jornal @Verdade em parceria com o Centro de Integridade Pública e o Observatório Eleitoral está a publicar relatos em tempo real desde o início do período de recenseamento (25 de Maio), bem como na edição semanal impressa do Jornal, ficando assim disponíveis para escrutínio público. As ferramentas usadas incluem Facebook, Twitter, Flickr, YouTube, SMS e também o “Mural do Povo” onde os cidadãos sem acesso à tecnologia podem deixar as suas mensagens, denúncias e relatos com um simples giz.

Acompanhamento das Eleições em Moçambique

 

Sobre a primeira fase do projeto, que decorreu ao longo do recenseamento eleitoral (Maio-Julho 2013): http://globalvoicesonline.org/2013/07/26/photos-mozambique-elections-citizen-observers/

Notícias sobre o projeto: http://euvoto.verdade.co.mz/nas-noticias/

Eu Voto - uma das faces deste projeto

 

Cidadania 2.0: Disse que não disse


Disse que não disse: Arquivo de tweets apagados por representantes políticos

Logo do Disse Que Não Disse

Baseado no projecto Politwoops criado na Holanda pela Open State Foundation, este projecto mostra os tweets apagados por representantes políticos portugueses.

Sim, porque “até mesmo os políticos postam coisas de que se arrependem mais tarde, sejam gaffes sejam pequenos erros”.

(Pode encontrar aqui mais informação sobre o projecto original. O texto está em holandês, mas deverá ser possível ficar com uma boa ideia da mensagem colocando o texto numa ferramenta de tradução.)

Este é um daqueles projectos que existe graças a código que foi originalmente criado aberto para que pudesse ser aproveitado por outras pessoas, levando a ideia, neste caso, até outros países (e já são mais de 30).

Página inicial do "Disse que não disse"

 

Cidadania 2.0: Histórias de gastos públicos


Histórias de gastos públicos: Os gastos públicos em prespetiva

Sem Imagem

Ideia

Acabei de ler que a Open Knowledge Foundation lançou mais um fantástico projeto, o Spending Stories.

O Spending Stories é um projeto que, recorrendo a dados abertos, põe em perspetiva quantias que lá sejam introduzidas. Num exemplo apresentado, quando dizemos que o programa de refeições escolares custa £6 milhões, pode valer a pena perceber que esse valor é um quinto dos gastos anuais com a monarquia britânica. No final do texto vem claramente referido o facto de ser um projeto desenvolvido em código aberto que a organização encoraja (e até ajuda) a alargar a outros países.

Seria interessante criar uma versão destas para Portugal, não? E para o Brasil? Afinal, se nos gabamos de já começarmos a ter bastantes dados abertos, temos mesmo é de os utilizar. E como muito do trabalho já está feito… Voluntários?

Spending Stories

Cidadania 2.0: Demo.cratica


Demo.crática: Demo.cratica é uma forma fácil de ler sobre os deputados e o Parlamento Português

O Demo.cratica é um projecto independente, livre e autónomo dedicado a oferecer uma nova visão sobre o Parlamento Português.

O Demo.cratica surgiu como ideia e começou a ganhar forma na Open Data Hackathon, um evento anual internacional que propõe um dia dedicado a um “sprint” de trabalho e reflexão sobre a informação pública e formas de a analisar e publicar. Para corresponder a esta data, foi organizado no Hacklaviva um fim-de-semana inteiro onde foram idealizadas e desenvolvidas formas de localização geográfica, documentação, filtragem e catalogação dos dados públicos.

Demo.cratica - visualização calendário

O uso de software livre e de formatos livres é uma parte fundamental do Demo.cratica. Recorrendo a excelentes ferramentas livres, foi possível recolher e processar a informação pública para que ela possa ser re-publicada em formatos livres. Ao mesmo tempo, toda a concretização prática do Demo.cratica foi possível graças ao uso integral de software livre. De forma a retribuir o esforço das pessoas e entidades que libertaram estas ferramentas, bem como compartilhar do seu espírito de comunidade e curiosidade, o Demo.cratica é também disponibilizado como software livre.

Ao longo de 9 meses, o Demo.cratica foi ganhando a forma com a qual é agora apresentado. Enquanto que os esforços na sua concepção e concretização foram muito significativos, o custo material da sua realização foram sensivelmente 30 euros — o custo do registo do domínio cratica.org (bem como .com e .net). Entre os vários benfeitores, a unimos.net cedeu-nos solidária e generosamente o alojamento e apoio técnico necessário, e a Gesto CRL cedeu-nos o espaço físico que permitiu organizar os Transparência Hackdays.

Tendo em conta as incontáveis horas e atenção dedicadas ao projecto, e considerando a mão-de-obra, planeamento e custos não financeiros envolvidos, atrevemo-nos a estimar que o seu valor e hipotético custo real seja não menos do que 50 000€. E é por ter um valor tão relevante que o decidimos dar.

Ainda há trabalho por fazer: o principal objectivo é conseguir processar e disponibilizar as transcrições da AR desde 1976. Também há muitos pormenores no site que queremos afinar.

Princípios

Livre acesso sem restrições
O Demo.cratica é, e será, um website de acesso livre e gratuito. No Demo.cratica não há, nem haverá, lugar a anúncios pagos ou conteúdos restritos.

Software livre
O Demo.cratica é integralmente construído com recurso a software livre. E seguindo o seu espírito, o código fonte do website é também software livre, permitindo a qualquer pessoa a sua análise, modificação e redistribuição segundo os termos da licença livre AGPL.

Neutralidade
Não existe qualquer edição ou manipulação de conteúdos no Demo.cratica, para além da redacção e remoção de elementos secundários das transcrições.

Quem
A concepção e autoria do website é da Manufactura Independente, um estúdio de investigação de metodologias livres no design, composto por Ana Carvalho e Ricardo Lafuente. A Manufactura Independente é responsável pela manutenção do site, processamento de conteúdos, design do interface e estruturas de informação.

As entidades envolvidas neste projecto são:
—  Hacklaviva, um espaço de emancipação tecnológica (hackerspace) baseado no Porto.
—  Transparência Hackday Porto, um núcleo surgido no Hacklaviva dedicado à libertação e análise das bases de dados de informação pública. O Demo.cratica incorpora o trabalho de extracção e processamento de informação dos deputados realizado no Transparência Hackday.
—  Unimos.net, associação baseada na Nazaré, dedicada ao desenvolvimento, investigação e implementação de redes sem-fios comunitárias; a Unimos.net associou-se solidariamente ao Demo.cratica fornecendo a certificação de identidade SSL e o alojamento e apoio tecnológico necessário.

Como
Tecnicamente, o Demo.cratica consiste em duas partes: um conjunto de ferramentas de extracção, análise e catalogação da informação pública, e um website para mostrar essa informação de uma forma simples e eficaz.

O Demo.cratica existe graças ao trabalho levado a cabo no Transparência Hackday Porto, onde têm sido desenvolvidas formas de organizar, compreender e catalogar bases de dados de informação pública em Portugal. É no Transparência que foram criadas as bases de informação individual dos deputados que o Demo.cratica utiliza nas suas páginas de informação. Grande parte das ferramentas de extracção acima mencionadas também foram criadas nos Transparência Hackdays Porto. As pessoas envolvidas neste esforço são (em ordem alfabética) Ana Carvalho, Cláudia Amorim, Eduardo Morais, Pedro Rodrigues, Ricardo Lafuente, Sara Moreira, Tiago Assis, Victor Cardoso e Vítor Silva.

Cidadania 2.0: TaraRecuperavel.org: para reduzir a poluição causada pelas garrafas e latas


TaraRecuperavel.org: para reduzir a poluição causada pelas garrafas e latas: Movimento cívico de preservação ambiental que defende que em Portugal todas as latas e garrafas de bebidas possam ser trocadas por dinheiro

TaraRecuperavel-logo

O TaraRecuperavel.org é um movimento cívico de preservação ambiental que defende que em Portugal todas as latas e garrafas de bebidas possam ser trocadas por dinheiro, à semelhança do que acontece há anos em 12 países europeus como a Alemanha ou a Holanda.

A maior parte do lixo que se encontra espalhado pelo nosso país são embalagens para bebidas. Principalmente garrafas e latas fabricadas em vidro, plástico ou metal. Portanto, materiais pouco biodegradáveis mas recicláveis.

A proibição da utilização de embalagens de tara perdida para bebidas, tais como águas, refrigerantes, iogurtes líquidos ou bebidas alcoólicas, eliminaria a maioria do lixo que flagela as nossas cidades, estradas, florestas ou praias.

Além disso, esta abordagem contribuiria para processos mais eficientes e eficazes de reciclagem, reduziria o preço dos produtos para o consumidor final e criaria novas atividades económicas.

A redução na quantidade de sacos de plástico que se encontram a poluir cidades e natureza, por terem passado a ser vendidos nas superfícies comerciais em vez de oferecidos, é ilustrativa do impacto efetivo que o movimento Tara Recuperável teria na sociedade.

Cabeçalho do site TaraRecuperavel.org

Cidadania 2.0: Med-capture


Med-capture: Aplicação que permite visualizar, a partir de uma receita médica, todos os medicamentos com a mesma substância activa

Splash do Med-Capture

Apontando a câmara do telemóvel ou tablet para o código de barras do medicamento, na receita médica, são imediatamente listados todos os medicamentos semelhantes e respectivos preços.

É um preciso auxiliar para todos os utentes de serviços farmacêuticos no sentido de racionalizar os custos com medicamentos.

Atenção: Esta aplicação é meramente informativa e não pretende substituir qualquer autoridade médica ou farmacêutica.

Encontra-se ainda em testes, a aguardar aprovação do Ministério da Saúde.

O med-capture é um exemplo da aplicação prática da nova diretiva comunitária de reutilização de dados públicos DIRETIVA 2013/37/UE DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO de 26 de junho de 2013, que pretende “desempenhar um papel importante no arranque do desenvolvimento de novos serviços baseados em novos modos de combinar e utilizar essas informações, estimular o crescimento económico e promover a intervenção social”

Cidadania 2.0: Incêndios.pt


Incêndios.pt: Aplicação web que permite a visualização e exploração de dados relativos a incêndios em Portugal para o período 2001 – 2012

Incêndios.pt - Logo

O Instituto da Conservação de Natureza e das Florestas (ICNF) publicou no seu website uma coletânea de dados bastante detalhada sobre incêndios ocorridos em Portugal. Estes dados estão disponívies como um conjunto de ficheiros .xlsx e fornecem informações sobre as (perto de) 400 000 ocorrências verificadas entre 2001 e 2012.

Através de incendios.pt, a Flipside pretende disponibilizar uma forma diferente de visualizar e analisar dados sobre os incêndios, bem como permitir ao público compreender a situação melhor em Portugal.

Página inicial do Incêndios.pt

Uma das formas de navegar e explorar dados no Incêndios.pt

TOME NOTA

Este projeto vai ser apresentado no evento Cidadania 2.0 (Porto, 26 e 27 setembro 2014). Veja o programa e inscreva-se!

Cidadania 2.0: POPSTAR


POPSTAR: Projeto que desenvolve métodos de recolha, medição e agregação de opiniões políticas e económicas veiculadas em micro-blogs (Twitter), na blogosfera e nas notícias

Logo do POPSTAR

POPSTAR (Public Opinion and Sentiment Tracking, Analysis, and Research) é um projeto que desenvolve métodos de recolha, medição e agregação de opiniões políticas e económicas veiculadas em micro-blogs (Twitter), na blogosfera e nas notícias. Para além disso, tem também como objectivo confrontar os dados assim gerados com indicadores mais convencionais de opinião pública, nomeadamente os obtidos através de inquéritos por questionário (sondagens).

Este projeto reúne investigadores do Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa (ICS-ULisboa), do Instituto de Engenharia de Sistemas e Computadores-ID Lisboa (INESC-ID), da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto (FEUP) e do Núcleo de Investigação em Políticas Económicas da Universidade do Minho (NIPE-UM). O POPSTAR é um projeto financiado pela Fundação para a Ciência e Tecnologia (PTDC/CPJ-CPO/116888/2010).

Página inicial do POPSTAR

Este site apresenta os dados que resultam do funcionamento do primeiro protótipo das ferramentas de detecção e análise de tendências de:

  • Menções a líderes político-partidários no Twitter, na blogosfera e nas notícias.
  • Sentimento transmitido através de “tweets” sobre esses líderes.
  • Intenções de voto nos seus partidos captadas através de sondagens.
  • Avaliações da atuação desses líderes captadas através de sondagens.

 

O Buzz do POPSTAR encontram-se as tendências na frequência relativa e absoluta com que os líderes políticos são mencionados no Twitter, nas notícias e nos blogues

 

Para mais informações sobre o projeto, clique aqui e aqui.

TOME NOTA

Este projeto vai ser apresentado no evento Cidadania 2.0 (Porto, 26 e 27 setembro 2014). Veja o programa e inscreva-se!

 

Cidadania 2.0: POP-Portal de Opinião Pública


POP-Portal de Opinião Pública: Colige dados agregados sobre os valores, atitudes e comportamentos dos europeus nos últimos 20 anos

Logo do projeto POP

O projecto POP – Portal de Opinião Pública – é o resultado de uma parceria entre a Fundação Francisco Manuel dos Santos (FFMS) e o Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa. O POP colige dados agregados sobre os valores, atitudes e comportamentos dos europeus nos últimos 20 anos. A informação fornecida pelo POP está organizada em torno de grandes temas: a política, a economia, a religião, o trabalho, os grupos sociais, a família e o indivíduo. Os dados são produzidos pelo Eurobarómetro, pelo Estudo Europeu dos Valores e pelo Inquérito Social Europeu. Procurámos que o POP fornecesse uma plataforma de visualização destes dados que fosse muito simples e legível. Cuidámos também de facilitar a partilha desta informação, seja através de correio electrónico seja através das redes sociais. Para o utilizador mais empenhado, há também a possibilidade de trabalhar sobre os gráficos gerados pela plataforma ou de descarregar os dados para análise própria.

Página inicial do POP

POP - Um gráfico

Cidadania 2.0: Quanto pagas de renda em Coimbra?


Quanto pagas de renda em Coimbra?: Este website permite recolher informação sobre as rendas dos quartos e casas de Coimbra

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Este website permite recolher informação sobre as rendas dos quartos e casas de Coimbra. O objectivo é fornecer dados e estatísticas sobre os preços das rendas, que ajudem os cidadãos a tomar melhores decisões e analisar a realidade imobiliária da cidade.

Sabemos que o preço das rendas de uma cidade dependem de muitos factores para além da localização e topologia, mas queremos começar com uma recolha simples que nos permita ter rapidamente um número de dados suficiente para caracterizar as diferentes zonas de Coimbra.

Em qualquer momento, pode fazer download de todas os dados recebidos no formato CSV.

Escolhemos usar códigos postais porque, embora identiquem uma localização precisa da cidade, garantem que os dados submetidos são anónimos (não permitem distinguir uma moradia específica, por exemplo). A localização das ruas correspondentes aos códigos postais foi obtida automaticamente e, portanto, incluem alguns erros.

Este é um projecto desenvolvido no Improve Coimbra, um evento mensal com o objectivo de encontrar e implementar soluções para melhorar Coimbra.

O código fonte está disponível no GitHub.

Cidadania 2.0: Cansei de Ser Sardinha


Cansei de Ser Sardinha: Campanha para sensibilização sobre os problemas com os transportes e que recorre à partilha de fotos por parte dos cidadãos

Cansei de Ser Sardinha - logo

Não ta fácil pra ninguém. Pedestres, ciclistas, motoristas, motociclistas, quem depende de transporte público, privado ou da solidariedade dos demais. A mobilidade urbana está em colapso no Brasil, e não é de hoje.

O transporte público sucateado, escasso e ineficiente castiga os trabalhadores diariamente na ida e na volta do trabalho, seja ele sobre trilhos ou sobre rodas. Cansou de ser tratado como sardinha dentro de uma lata? Pois é, nós também!

Por isso o Catraca Livre criou a campanha #canseidesersardinha. Para expor, retratar, registrar, evidenciar e escancarar essa patifaria toda, e de quebra, tentar envergonhar os responsáveis por ela.

 

Cidadania 2.0: CycleOurCity


CycleOurCity: Um planeador colaborativo de deslocações de bicicleta na área de Lisboa

Página inicial do Cycle Our City

O CycleOurCity trata-se de um planeador de deslocações de bicicleta na área de Lisboa. Este sistema teve origem no trabalho de Mestrado do Nelson Nunes, no âmbito de um projecto de investigação no Instituto Superior Técnico e INESC-ID

Este sistema é um sistema colaborativo e por isso envolve os próprios utilizadores de bicicleta para tomar maior conhecimento sobre a rede viária, de modo a devolver melhores trajectos aos seus utilizadores. Desta forma, é pedido aos utilizadores para classificarem os troços que conhecem de acordo com escalas de inclinação, segurança e tipo de pavimento.

Um percurso no CycleOurCity e o menu de opções

Vemos o CycleOurCity como um projecto que unirá a comunidade de pessoas que usam a bicicleta numa cidade. Permitindo que quem conhece alguns bairros como a palma da sua mão torne essa informação útil a outros utilizadores de bicicleta na mesma cidade.

Para mais informação, consulte a dissertação de Mestrado que deu origem ao CycleOurCity.

Cidadania 2.0: Colab


Colab: Uma rede social para a cidadania que faz a ponta entre o cidadão e o poder público

Logo do Colab.re

Na Pernambuco TV:

Criado pela Quick, empresa de Gustavo Maia, Bruno Acaraty e Paulo Pandolfi, o Colab é uma rede social que tem como objetivo conectar pessoas com um interesse em comum: as cidades. A rede social permite que os cidadãos reportem diariamente os problemas das cidades, proponham novos projetos e soluções e ainda avaliem os serviços públicos.

A plataforma também tem um ranking de interatividade (gamification). A cada participação, o usuário recebe uma pontuação específica, que é somada a um número chamado “colab”.

Além da web, a nova rede social também tem aplicativos para iPhone (iOS) e Android. Atualmente o Colab está disponível para todas as cidades do país.

Aqui, podemos, juntos, construir melhores cidades, fiscalizando problemas, propondo soluções, avaliando entidades públicas e debatendo bastante com amigos e outros usuários com interesses em comum.

Andando pela rua, preste atenção em problemas rotineiros da cidade como: carros estacionados em local proibido, aquelas
calçadas irregulares que dificultam a vida do transeunte, ou mesmo um foco de dengue exposto a céu aberto.

Colab: Fiscalize, Proponha e Avalie

Colab: Fiscalize, Proponha e Avalie (Foto de Gisele Goes da techtudo)

Na techtudo:

A plataforma funciona em cima de três pilares: Fiscalize, Proponha e Avalie. A seção de Fiscalize é voltada para o dia a dia da cidade e os problemas encontrados nela. A publicação pode ser feita tanto pelo próprio navegador no Desktop ou pelo app em dispositivos móveis. O Proponha é um espaço para usuários sugerirem ideias ou projetos e promoverem discussões com os demais membros da rede. E, por fim, o Avalie é destinado para avaliação de serviços, instituições e entidades diretamente ligadas ao poder político.

Imagine projetos que poderiam mudar a dinâmica da sua cidade, estado ou até o país. Reflita, acesse o Colab e clique no botão “Proponha”. Escolha a categoria que melhor representa seu projeto. Coloque um título, descreva e utilize o botão de foto e/ou localização. Publique e faça uma grande discussão com seus amigos e os outros usuários. Divulgue seu projeto em outras redes sociais e encontre apoiadores.

Infografia resumindo o primeiro ano de vida do Colab

O primeiro ano de vida do Colab

 

Cidadania 2.0: Geodevolutas


Geodevolutas: Mapeamento e descrição de casas devolutas

O principal objectivo é mapear as casas devolutas para um panorama concreto da realidade nacional. Dedicámo-nos a proporcionar uma forma fácil de qualquer pessoa poder participar neste esforço, dando conta das propriedades abandonadas na sua rua e na sua cidade.

Mapeamento de edifícios devolutos no Geodevolutas

Este projeto também se propõe a facilitar a mudança no estado atual. O primeiro passo é ter uma visão da situação neste momento, e é por isso que o esforço coletivo de mapeamento é da maior importância. Além disso, disponibilizamos alguma informação relativa aos apoios ao financiamento e programas locais e regionais em curso dedicados à reabilitação urbana.

A ideia partiu da vontade de dar um contributo à mudança nas políticas urbanísticas em Portugal. Concentramo-nos nas propriedades devolutas e abandonadas, responsáveis por uma situação calamitosa sobretudo nas grandes cidades. O resultado desta proliferação é a desertificação e consequente degradação dos centros urbanos.

Geodevolutas: Ficha de edifício abandonado

Cidadania 2.0: Lisboa Devoluta


Lisboa Devoluta: Levantamento de edifícios devolutos em Lisboa

Lisboa Devoluta - mapa de edifícios

Mapeamento de edifícios devolutos em Lisboa feito pelos cidadãos que assinalam a localização do edifício no mapa e podem também partilhar informação sobre o mesmo na página que o projeto tem no Facebook.

Lisboa Devoluta - registo de edifício

Lisboa Devoluta no Facebook

 

Cidadania 2.0: Patient Innovation


Patient Innovation: Plataforma e rede social de partilha de soluções inovadoras criadas por doentes e cuidadores de qualquer doença

Patient Innovation - logo

A premissa central deste projecto é a ideia de que existe em cada doente e cuidador um enorme potencial inovador. De facto, ao lidar diariamente com os desafios das suas condições ou com as daqueles/as que lhes são próximos, doentes e cuidadores desenvolvem frequentemente soluções inovadoras, sob a forma de novos tratamentos ou equipamentos médicos. O objectivo desta rede social (internacional, multilingue e sem fins lucrativos), é facilitar a partilha dessas ideias e soluções de modo a que estas possam ajudar a ultrapassar as dificuldades de mais doentes.

Patient Innovation - Página inicial

Patient Innovation - Uma das inovações

A plataforma Patient Innovation é o resultado de um projecto de investigação desenvolvido por uma parceria internacional de universidades, liderada pela Católica-Lisbon School of Business and Economics, pelo Massachusetts Institute of Technology (MIT) e pela Carnegie Mellon University. Entre os nossos conselheiros e mais directos apoiantes, contamos com o Prémio Nobel da Medicina de 1993, Sir Richard Roberts, o Prémio Nobel da Química de 2004, Prof. Aaron Ciechanover, bem como de académicos de renome de universidades como Harvard, MIT, New York University entre outros.

Patient Innovation - Processo

Patient Innovation - Uma história / ideia