Conferência Administração Local e Empreendedorismo


portal autárquicoDireção-Geral das Autarquias Locais (DGAL) vai realizar no próximo dia 26 de maio pelas 17.00h, a Conferência Administração Local e Empreendedorismo no Auditório da DGAL – Rua Tenente Espanca, 22 em Lisboa.

Com um painel de oradores diversificado e de elevada qualidade, esta Conferência visa dar um contributo público às políticas e dinâmicas autárquicas no domínio do Empreendedorismo, justamente num momento em que o desenvolvimento dos territórios locais ganha uma nova expressão no que se refere ao melhor aproveitamento das oportunidades e capacitações disponíveis.

Esta conferência insere-se no Ciclo de Conferências «Administração Local 2015», o qual visa proporcionar reflexão e debate sobre grandes temas que modelam o presente e futuro da Administração Local e dos territórios.

Mais informação no site da DGAL / Portal Autárquico. Inscrições: comunicacao@dgal.pt

O ROI da Formação


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É mais fácil captar / justificar investimentos para acções de formação, quando se sabe quanto estas contribuem para a geração de riqueza ou que valor geram para a organização.

Assista ao evento sobre o ROI da Formação em Lisboa (Hotel Tivoli Oriente, no Parque das Nações), no próximo dia 5 de Maio.

Gratuito, mas sujeito a inscrição.

Milhões de litros de água deitados fora num dia


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Num artigo do Público publicado hoje – 426 milhões de litros de água deitados fora num dia – dá conta mais de 400 milhões de litros de água para consumo humano que são desperdiçados todos os dias em roturas e fugas nas redes municipais em Portugal.

O artigo reporta-se a um relatório da Entidade Reguladora para os Serviços de Águas e Resíduos – ERSAR – sobre os serviços de abastecimento de água, tratamento de esgotos e recolha de lixo nos municípios Portugueses.

O estudo mostra a grande disparidade do desperdício de água nos diferentes municípios portugueses, com perdas que vão desde os 7% até valores acima dos 60%.

Estes números estão disponibilizados numa aplicação para smartphones lançada pela ERSAR em Setembro passado, que permite a qualquer cidadão ter acesso a uma série de informações sobre os serviços de abastecimento de água, tratamento de esgotos e recolha de lixo no seu concelho. Faça download da aplicação da ERSAR nos links abaixo.

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Estudo sobre Gestão de Conhecimento em Portugal


knowman-verdeA Knowman volta a realiza o estudo sobre gestão de conhecimento, que abrange tanto entidades privadas, como públicas. Esta mensagem pretende desafiar a administração local a mobilizar-se para responder ao inquérito deste anos (2015) sabendo que demora menos de 10 minutos, oferece prémios e – mais importante – permite aferir quais as reais práticas de gestão de conhecimento que as nossas autarquias têm.

O resultado dos anos anteriores podem ser consultados na página “outras edições“, para vossa análise e referência.

2010, 2011, 2013. É agora a vez de 2015.

O presente questionário enquadra-se na 4ª edição de um estudo, desenvolvido pela Knowman, com o propósito de analisar a implantação da Gestão de Conhecimento nas organizações em Portugal.

O questionário poderá ser preenchido até ao dia 15 fevereiro 2015.

Os dados recolhidos serão agregados e anonimizados para análise e os seus resultados serão disponibilizados para consulta.

O tempo médio de resposta ao questionário é 10 minutos.

Para agradecer o seu tempo…

  • enviamos-lhe um resumo das suas respostas para que possa iniciar / continuar um diálogo sobre Gestão de Conhecimento na sua organização
  • vamos sortear 1 workshop “KM Starter” ou “KM Booster” pela Knowman
  • vamos sortear 2 bilhetes para assistir ao Social Now Europe 2015 (Amesterdão, 20 e 21 Abril)
  • vamos oferecer um exemplar das Cartas COTEC de Gestão de Conhecimento à quinta de cada cinco respostas válidas recebidas.

Os dados das anteriores edições deste Estudo encontram-se disponíveis para consulta em http://gc.knowman.pt/.

Em nome da Knowman, agradeço desde já o seu tempo.

Ana Neves

Cidadania 2.0 no Porto nos dias 26 e 27 de Setembro de 2014


cidadania20O evento Cidadania 2.0 pretende estimular a discussão sobre novas formas de comunicação no seio da sociedade em Portugal, procurando:

  • enfatizar a importância do diálogo entre Governo, Administração Pública, ONGs e os cidadãos em geral
  • dar a conhecer exemplos concretos do que pode ser feito nesse sentido, alertando para os desafios, mostrando oportunidades, e partilhando resultados
  • inspirar as organizações portuguesas a experimentar as ferramentas sociais para iniciar o diálogo com aqueles que servem, ou com aqueles de quem precisam para ir ao encontro dos seus propósitos
  • oferecer pontes, contactos, orientações que permitam alavancar projetos idealizados ou já implementados de cidadania 2.0.

Destinatários

O evento destina-se a:

  • responsáveis e representantes do governo nacional e local
  • responsáveis e representantes de organizações públicas
  • responsáveis e representantes de organizações não governamentais ou sem fins lucrativos
  • responsáveis e representantes de organizações privadas interessadas num maior diálogo entre o sector público e os cidadãos
  • cidadãos em geral, especialmente os mais interessados no aumento desse diálogo

Organização

O Cidadania 2.0 tem sido uma realização da Knowman que conta com o trabalho voluntário de três pessoas:

Ana NevesAna Neves, aka @ananeves, é CEO da Knowman onde trabalha com empresas públicas e privadas, em Portugal e no estrangeiro.

Durante os 8 anos que viveu em Londres, foi Knowledge Consultant na Headshift, Knowledge Manager em Agências do Ministério da Saúde britânico, Cultural Change Manager numa grande instituição financeira.

É responsável pelo KMOL, concebeu o Social Now, e tem o prazer de poder conhecer pessoas fantásticas durante os eventos em que participa, muitas das vezes como oradora convidada nos temas de gestão de conhecimento, redes e ferramentas sociais, e… cidadania 2.0.

 

Ana SilvaAna Silva, aka @AnaDataGirl, é licenciada em Gestão pela Faculdade de Economia da Universidade do Porto, e pós-graduada em Gestão da Informação e Marketing Intelligence pela EGP-UPBS. Acumula a responsabilidade pela área de Digital Marketing e Social Media num grande grupo industrial com a paixão pelas potencialidades das novas plataformas colaborativas da Web.

Co-organizou a conferência IMPACT0, uma reflexão sobre as repercussões dos fenómenos Web 2.0 e social media no mundo dos negócios, na EGP-UPBS, e a Talks 2.0: Happiness and Creativity in Your Work Life. É docente do módulo de Enterprise 2.0 na Pós-Graduação em Gestão da Informação e Marketing Intelligence na EGP-UPBS.

 

Vitor SilvaVitor Silva é licenciado em Informática de Gestão pela Universidade Portucalense e atualmente Team Leader numa empresa de TI.

Vitor Silva dinamiza também o podcast O Porto em Conversa e faz parte da direcção da ONG de Ambiente Campo Aberto.

Tenta ligar estes dois mundos – TI e Sociedade, Virtual e Real – através da promoção e participação em projetos relacionados com transparência e dados públicos.

Sistema de Integridade Local (SIL)


transparênciaA Transparência e Integridade, Associação Cívica está a desenvolver uma metodologia de análise do desempenho do Sistema de Integridade Local (SIL) depois de Portugal ter sido selecionado num concurso internacional, para testar a aplicabilidade desta metodologia com vista ao seu aperfeiçoamento.

Os objetivos deste projeto passam por:

  1. Analisar a existência e eficácia de processos e mecanismos para promover a transparência, responsabilização e integridade no combate contra a corrupção ao nível municipal;
  2. Fornecer recomendações sobre áreas a reformar; e
  3. Desenvolver um plano de ação e de acompanhamento para o fortalecimento do sistema de integridade, em colaboração com atores locais e/ou entidades centralizadas com responsabilidades ao nível da administração local.

Anuário Financeiro dos Municípios Portugueses 2013


image.pngA Ordem dos Técnicos Oficiais de Contas (OTOC) e a TSF organizaram no passado dia 22 de julho, no Auditório Cardeal Medeiros, da Universidade Católica Portuguesa, em Lisboa, uma conferência subordinada ao tema «A política, os políticos e a gestão dos dinheiros públicos».

Na ocasião será apresentada a edição 2013 do Anuário Financeiro dos Municípios Portugueses, um estudo do Centro de Investigação em Contabilidade e Fiscalidade (CICF) do Instituto Politécnico do Càvado e do Ave (IPCA).

Anexo a lista de todas as edições Anuário Financeiro:

Os melhores e os piores municípios no ranking de transparência municipal


Índice de Transparência Municipal (ITM), elaborado pela TIAC, Transparência e Integridade, Associação Cívica,  mede o grau de transparência das Câmaras Municipais através de uma análise da informação disponibilizada aos cidadãos nos seus websites.

Partilhamos os ranking dos municípios mais e menos transparentes, à luz do ITM.

Os 10 melhores                                                                                                                                         
1-Figueira da Foz
2-Alfândega da Fé
3-Batalha
4-Abrantes
4-Ferreira do Zêzere
6-Aveiro
7-Oeiras
7-Vizela
9-Coimbra
9-Guimarães
9-Mirandela
9-Pombal
Os 10 piores
Calheta (Açores)
Montalegre
Santa Cruz das Flores
Belmonte
Fornos de Algodres
Oleiros
Vinhais
Lajes das Flores
Soure
Corvo
Melgaço
O Índice de Transparência Municipal (ITM) é composto por 76 indicadores agrupados em sete dimensões:
  1. Informação sobre a Organização, Composição Social e Funcionamento do Município;
  2. Planos e Relatórios;
  3. Impostos, Taxas, Tarifas, Preços e Regulamentos;
  4. Relação com a Sociedade;
  5. Contratação Pública;
  6. Transparência Económico-Financeira;
  7. Transparência na área do Urbanismo.
Todos os detalhes metodológicos bem como os resultados globais do ITM poderão ser consultados na secção Documentos. do TIAC, Transparência e Integridade, Associação Cívica.

As políticas de gestão autárquica na construção de um perfil vencedor


Foi realizado recentemente um estudo/mestrado por um aluno da Faculdade de Economia da Universidade do Algarve sobre o poder local em Portugal com o intuito de estudar os comportamentos e perfis dos presidentes de câmara que estão no auge da sua atividade política.

A dissertação de mestrado é baseada num inquérito online realizado aos presidentes de câmara em Portugal com a finalidade de encontrar o perfil de um autarca vencedor e um estilo de liderança único, de modo a perceber-se como conseguiram estar continuamente no poder desde o 25 de Abril.

O estudo está dividido em três partes distintas.

  • A primeira parte é uma introdução teórica sobre a história do poder local, a sua evolução através dos tempos e como estão instituídas as autarquias em Portugal.
  • A segunda parte é a análise do inquérito online que se realizou junto dos presidentes de câmaras municipais de todos os municípios portugueses, de modo a poder caracterizá-los, tanto a nível pessoal, como profissional e a conhecer os seus métodos de gestão utilizados no dia-a-dia.
  • A terceira parte aborda a gestão autárquica como um meio para atingir o sucesso político que tantos presidentes conseguiram ao longo dos seus mandatos. Nesta secção, analisam-se as contas públicas de cinco autarquias representadas por cada partido político que está no poder autárquico.

Como em ano de eleições autárquicas, toda a informação relativa ao assunto pode suscitar interesse a todos os participantes, o autor da dissertação disponibiliza online uma versão em PDF, no site da Autarquia Digital disponível para download aqui.

Livro Ser Autarca – Missão e Desafios


m_ser_autarca_240x240pxEsta obra introduz o leitor no domínio da política local, expondo uma reflexão informada e pedagógica sobre os variadíssimos temas que são chamados à esfera das atribuições e competências das autarquias.

Disponível na Loja do Jornal.

O livro enquadra a política autárquica num perfil de missão regido por valores e padrões de comportamento e destina-se ao leitor interessado em aprofundar o conhecimento sobre a autarquia enquanto instituição representativa das comunidades locais e dirige-se especialmente a quem tem responsabilidades na administração local onde se conjugam o poder político, o procedimento administrativo e a competência técnica.  A estrutura da obra abarca praticamente todos os domínios de intervenção dos municípios e das freguesias, dando uma perspectiva da amplitude dos serviços prestados e chamando a atenção para a função da instituição autárquica como elemento agregador e representativo das comunidades locais que, por sua vez, são a base civilizacional da sociedade. As autarquias protagonizam a política local, sendo indispensáveis na formação da consciência do território, na melhoria das condições de vida das populações residentes e na infra-estruturação que dá suporte às actividades. O leitor encontra neste livro um precioso auxiliar de estudo e reflexão de temas que vão desde a preparação da campanha eleitoral ao exercício corrente do cargo, envolvendo os múltiplos relacionamentos que o autarca tem que cultivar no acto da governação, a importância da escolha dos objectivos e da estratégia da acção face às limitações diversas, nomeadamente as financeiras.

Orçamento participativo de Lisboa


Está em marcha o Orçamento Participativo de Lisboa, porventura o maior exercício de cidadania participativa do País. Com mais de 18.000 votantes na edição do ano passado (2011) prevê-se que aumente significativamente a participação neste ano fruto do alargamento do período de votação (até final de outubro), da crescente visibilidade da iniciativa e do número (também crescente) de projetos que vão a votos.

Este ano estão duas categorias a votos:

Não obstante o montante global postos a votos ser inferior (este ano “apenas” 2,5 milhões de Euros) – a crise assim obriga – não deixa de ser um exercício de cidadania participativa importante e que estabelece exemplo para muitos outros municípios.

É certo que existem inúmeros outros municípios com exercícios semelhantes… querem partilhar outros exemplos?

Fontes de informação: Começou a 5.ª Edição do Orçamento Participativo de Lisboa!

Estudo sobre as comunidades intermunicipais


 

Sob coordenação da DGAL (Direção-Geral das Autarquias Locais), foi publicado o Estudo-piloto sobre modelos de competências, de financiamento, de governação, de gestão e de transferências de recursos para as CIM, baseado na CIM Alto Minho – Comunidade Intermunicipal do Minho Lima e na CIRA – Comunidade Intermunicipal da Região de Aveiro – Baixo Vouga.

O estudo foi elaborado tendo em vista os seguintes objetivos:

  • Redefinição das competências, promovendo a valorização da atuação das CIM e das Áreas Metropolitanas;
  • Aprofundamento da legitimidade e do controlo democrático das CIM e das Áreas Metropolitanas;
  • Regulação do Associativismo Intermunicipal com vista à sua qualificação, evitando a sobreposições e gerando a poupança de recursos.

Mais informação em ESTUDO-PILOTO SOBRE AS COMUNIDADES INTERMUNICIPAIS.

Autarquias – Go Social Now!


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É sabido que a administração pública tem de reduzir despesa, que tem de aumentar eficácia, que tem de melhorar a sua capacidade de prestar serviço às populações.

Pois bem, as redes sociais e suas ferramentas podem permitir grandes reduções de custo e grandes aumentos de eficiência e ser instrumentais para atingir estes objectivos.

É este o mote do evento Social Now que se vai realizar no Porto nos próximos dias 27 e 28 de Junho.

O Social Now é um evento com um formato muito original

É um evento para organizações que:

  • Querem perceber como podem as ferramentas sociais ser usadas no contexto organizacional
  • Precisam de entender quais as verdadeiras diferenças entre as muitas ferramentas no mercado
  • Estão curiosas quanto aos aspetos a considerar ao analisar uma ferramenta social
  • Querem reduzir custos e aumentar a eficiência organizacional, usando novas ferramentas, complementando as que já têm e/ou repensando processos.

Porque é que que o evento é especial?

Porque, para além de keynote speakers de grande qualidade, vão ser demonstradas 13 ferramentas como resposta às necessidades de uma mesma empresa fictícia. Esta deverá ser a melhor forma de comparar as vantagens e desvantagens de cada ferramenta no contexto de uma organização.

E como se isso não bastasse, um painel vai colocar questões para tentar perceber melhor cada uma delas mas também para destacar  aspetos importantes na análise de uma ferramenta social.

O site do evento: http://socialnow.org
Pequeno vídeo sobre o evento: Social Now – Why is it unique?

Ah, se já estiver a criar na sua cabeça razões para não vir, dê uma olhada em Frequently Used Excuses (Not) To Come.

Município de Pombal promove evento dedicado à Gestão Documental


O Município de Pombal, em parceria com a Normática, vai organizar no próximo dia 6 de Junho o evento «Autarquias 3.0 – O Poder da Integração das Aplicações na Administração Local».

No decorrer do evento, que terá lugar no Teatro-Cine de Pombal a partir das 9:00 horas, serão apresentados alguns dos projetos implementados pela autarquia na área da gestão documental.

No centro desta iniciativa, que vai contar com a presença de Feliciano Barreiras Duarte, Secretário de Estado Adjunto do Ministro-Adjunto e dos Assuntos Parlamentares, estará uma demonstração do projeto de gestão documental Webdoc 2.0, implementado pela Município de Pombal.

Além deste projeto, o nosso Município irá apresentar duas outras aplicações de desmaterialização de processos na área do Urbanismo e reuniões de Câmara.

Programa

  • 9:00 – Receção
  • 9:30 – Boas Vindas: Engº Narciso Mota (Presidente da Câmara) | Dr. Martinho Almeida (Presidente do Conselho de Administração da Normática)
  • 9:50 – Modernização da Administração Local: Dr. Feliciano Barreiras Duarte (Secretário de Estado Adjunto do Ministro-Adjunto dos Assuntos Parlamentares)
  • 10:20 – Apresentação Normática e Visão para as Autarquias Locais: Pedro Soeiro (Centro de Competências OutSystems da Normática)
  • 10:40 – Coffee Break
  • 11:00 – Live Demo – Aplicações no Município de Pombal – WebDoc 2.0, WebMeeting, WebSigu: Nuno Salvador (Município de Pombal) | Vera Pereira e Bruno Rodrigues (Normática)
  • 12:00 – Debate
  • 12:45 – Encerramento

Assista ao Webcast em http://www.ustream.tv/channel/autarquias-3-0

 

Parlamento Açoriano usa Windows Azure como fator de democracia eletrónica


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“A solução Microsoft é uma solução na nuvem em que podemos investir inicialmente apenas na parte dos serviços e desenvolvimento, libertando-nos da manutenção da infraestrutura e dos equipamentos.”

Sandra Costa, Secretária Geral da Assembleia Legislativa Regional dos Açores

A Assembleia Legislativa Regional dos Açores é o órgão legislativo e de fiscalização parlamentar da Região Autónoma dos Açores, tendo sido instituído em 1976, na sequência da regulamentação da autonomia do arquipélago.

Uma vez que as reuniões plenárias da Assembleia são públicas, este órgão de soberania pretendia transmitir em tempo-real os trabalhos do Parlamento Regional em vídeo, bem como armazenar os conteúdos de forma a que fosse fácil a sua posterior pesquisa online, quer pelos Grupos Parlamentares representados na Assembleia, quer pelo público em geral, a partir de um portal na Internet.

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A solução implementada foi construída com base em tecnologias Microsoft, designadamente Microsoft Windows Azure.

In caso de estudo Parlamento Açoriano usa Windows Azure como fator de democracia eletrónica

Portal do Executivo na CM de Cascais


A Câmara Municipal de Cascais implementou uma Solução para desmaterializar os processos de elaboração de propostas e de tomada de decisão, bem como para digitalizar as Reuniões de Câmara, com recurso ao CaveDigital Board Meeting: o Portal do Executivo da Câmara Municipal de Cascais.

Os processos, com a eliminação da tramitação física, passam a beneficiar dum ganho …potencial de agilidade para as aprovações.

Em harmonia com a utilização do Cartão de Cidadão, é possível despachar e assinar digitalmente as propostas para Reunião de Câmara.

A agenda da Reunião de Câmara e votação eletrónica são também suportadas, podendo o Executivo Camarário acompanhar a reunião e consultar as propostas em discussão a partir do seu portátil ou tablet.

As Reuniões de Câmara públicas são acompanhadas pelo público, recorrendo à projeção da agenda e duma barra que resume a reunião, dando-se assim mais um passo por este Município no sentido da Democracia Digital.

A reforma da administração local em debate


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A TSF e o ISCTE organizaram um conjunto de debates sobre a administração pública denominado Fórum das políticas públicas onde se debateu a reforma da administração local (em Janeiro).

Deixo aqui a referência a estes debates gravados que podem ajudar à reflexão sobre a reforma em curso.

Veja aqui os resumos das Conferências do Fórum das Políticas Públicas:

VÍDEO 1ª Conferência

Presidente da CM do Porto, Dr. Rui Rio

Presidente da CM de Lisboa, Dr. António Costa

O que é o Fórum das Políticas Públicas 

Maria de Lurdes Rodrigues, coordenadora dos debates promovidos pelo ISCTE, explica quais os objectivos e temas que estarão presentes nos 23 debates organizados pelo Fórum das Políticas Públicas.

Reforma da Administração Local I

Reforma da Administração Local II

Reforma da Administração Local III

Reforma da Administração Local IV 

apanhado dos números que saltam do mapa do país.

Exemplos da reforma do poder local 

Dinamarca e Grécia são dois exempos que deviam ser observados por Portugal quando se fala de reforma do poder local. O alerta é feito por João Ferrão, investigador do Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa.

Limitações do mapa administrativo 

Conversa com o especialista em geografia e planeamento regional, Sérgio Caramelo, sobre as limitações do mapa administrativo.

A necessidade do ordenamento do território 

Conversa com o sociólogo Renato Carmo que define como ponto essencial a necessidade do ordenamento do território.

Redução de chefias nas autarquias


A partir de 2014 as câmaras municipais vão ter menos funcionários, mas vão ter também menos dirigentes. O governo vai discutir esta semana em Conselho de Ministros a proposta de redução dos dirigentes autárquicos que obriga as autarquias a reduzir em pelo menos 30% os lugares de chefia até ao final de 2013.

Entre elas estão as câmaras de Almada, que terá de acabar com 62 cargos de dirigentes (67%); Palmela, 23 lugares (64%); Sesimbra, 19 lugares (61%) e Seixal, com uma redução de 67% dos cargos de dirigentes.

No rol de autarquias que têm de reduzir as chefias estão ainda a Amadora (36%), Cascais (45%), Vila Nova de Gaia (14%), Sintra (23%) e Oeiras (35%).

Das 125 câmaras que vão ter de rever os mapas de pessoal para acomodar a redução dos lugares de chefia, 48 estão em situação de desequilíbrio ou ruptura financeira, ou têm um endividamento líquido que ultrapassa o limite legal de 125%. Aliás, de acordo com o resumo que acompanha a proposta do executivo, um terço das câmaras (120) estão com as contas em dificuldades.

Fontes:

IDC premeia Lisboa e Seixal e dá menção honrosa a Pombal e Amadora


As autarquias de Lisboa e Seixal estão entre os premiados nos CIO Awards para os melhores projetos TIC em Portugal.

Pombal e Amadora receberam menções honrosas.

As todos os premiados, parabéns.

Sistema de Gestão e Planeamento de Intervenções
Câmara Municipal de Lisboa, Manuel Salgado

O Sistema de Gestão e Planeamento de Intervenções (SGPI) que centraliza os dados relativamente às intervenções previstas para a cidade pelas várias direções municipais e que permite aceder a um conjunto de dados, em tempo real, sobre as intervenções municipais, possibilitando o controlo da sua execução e, consequentemente, o planeamento da atividade dos serviços municipais com participação na realização das intervenções, bem como a gestão dos respetivos recursos financeiros e humanos.

WikiCMSeixal
Câmara Municipal do Seixal, Célia Pestana

Desenvolvimento de uma plataforma de gestão e promoção do conhecimento designada por WikiCMseixal – Portal do conhecimento, baseada em tecnologia web 2.0. O projecto, disponível para todos os trabalhadores da autarquia vai para além de um mero repositório de informação, pois incentiva a práticas colaborativas de partilha de conhecimento individual que se transforma em conhecimento organizacional. Permite saber em tempo real em que área é que cada trabalhador está a desenvolver a sua actividade e disponibilizar suporte de conhecimento e de informação actualizada para balcão único de atendimento multicanal. O projecto permite ainda suportar o conhecimento para todos os projectos transversais, em particular os que obrigam ao trabalho interdisciplinar.

Menções Honrosas

1. Banco Best, Luis Filipe Rodrigues, CIO
2. Câmara Municipal da Amadora, Helena Godinho Dias Tavares, diretora de departamento modernização e TIC
3. Escola Superior de Comunicação Social, Dr. André Sendin, vice-presidente
4. Município de Pombal

Referências para os projetos autárquicos premiados

Autarquia

Projeto (link)

Lisboa Sistema de Gestão e Planeamento de Intervenções
Seixal WikiCMseixal
Amadora (referência não encontrada)
Pombal Contact Center

 

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Avaliação de Desempenho de profissionais de TICs na AP


Estamos numa altura em que todos os trabalhadores da AP (Administração Pública) têm preocupações na definição de objetivos para a avaliação de desempenho para o ano de 2012.

Todos os avaliadores são chamados a definir os melhores objetivos para avaliar de forma mais justa os seus avaliados. Não pretende este artigo apontar as virtudes nem os defeitos do SIADAP (Sistema Integrado de Avaliação de Desempenho na Administração Pública), previsto na Lei n.º 66-B/2007 de 28 de Dezembro, mas sim aflorar a importância na criação de SLAs (Service Level Agreement) para medir o desempenho dos avaliados em geral e dos serviços de Tecnologias de Informação em particular.

Se em algumas áreas a definição de objetivos pode ser um exercício complexo, na área das Tecnologias de Informação tal tarefa estará mais facilitada, bastando para isso recorrer à implementação de sistemas de gestão de atividades realizadas.

Entrando num exemplo concreto, a avaliação do serviço de Helpdesk (apoio aos utilizadores), é precisamente um dos que mais facilmente se podem definir SLAs e a sua medição. Para tal, é necessário o recurso a sistemas de gestão de Tickets, que facilmente registam a criação dos pedidos, assim como o seu fecho.

Existem várias soluções de gestão de Tickets que os departamentos de TICs podem recorrer para poder medir os indicadores de desempenho relacionados com esta função. Alguns incluem ainda a possibilidade de gerir o serviço de acordo com a norma ITIL (Information Technology Infrastructure Library), se bem que para o assunto em questão, o recurso ao ITIL não seja na minha ótica imprescindível. Apresentam-se a seguir apenas três exemplos deste tipo de software:

Numa equipa de TIC em que há vários tipos de atividades, é importante classificar essas atividades e definir objetivos de acordo com essa classificação. Seguem-se um exemplo de um objetivo que pode ser aplicado a avaliados que pertencem a este tipo de profissionais.

Objectivo
Melhorar o tempo médio de resolução de pedidos de Helpdesk dos seguintes tipos: Software, Hardware, Printing, Videovigilância e Rede, classificados com prioridade média ou urgente.
As datas de início e final dos pedidos deverão ser as da data de recepção dos pedidos na Divisão, nomedamente quando registados no sistema de gestão de tickets, independentemente da forma de chegada. A data de resolução deve corresponder à data em que o pedido foi efectivamente resolvido (ticket
close).
O avaliado pode requerer a supressão de contabilização de alguns tickets que não possam ser efectuados por razões que não lhe possam ser imputáveis, como por exemplo falta de material.

Indicador de medida
Tempo médio de resolução de pedidos

Critérios de Superação
Supera se o tempo médio for inferior a 6 dias
Cumpre se o tempo médio se situar entre 6 e 11 dias
Não cumpre se o tempo médio for superior ou igual a 12 dias

É muito importante que os avaliados possam ter informação sobre o seu desempenho, pois só assim poderão percepcionar o grau de cumprimento do objetivo a si definido. Muitas vezes (um dos problemas que se apontam ao SIADAP), a monitorização ao longo do ano não é efetuada e os avaliados só têm noção dos indicadores quando já não têm possibilidade de os inverter (para os casos em que não são cumpridos).
É portanto importante que as ferramentas escolhidas para gerir as atividades das equipas, possam dar essa informação em tempo real, como se apresenta no exemplo seguinte:
Exemplo medidação SLAs

No exemplo anterior, estão calculados os TMR (Tempo Médio de Resolução) dos tickets por tipo. Estes gráficos devem estar visíveis, por exemplo, num dashboard da aplicação de gestão de tickets.

Desta forma é possível com muita facilidade avaliar o desempenho do avaliado, validando se os SLAs individuais para si definidos foram ou não cumpridos, sem margem para quaisquer subjectividades.

Espero ter contribuído para ajudar a simplificar esta tarefa, nomeadamente aos avaliadores desta área. Se se achar pertinente, posso contribuir com mais alguns exemplos de objetivos SMART para a área das TIC.