Cidadania 2.0 no Porto nos dias 26 e 27 de Setembro de 2014


cidadania20O evento Cidadania 2.0 pretende estimular a discussão sobre novas formas de comunicação no seio da sociedade em Portugal, procurando:

  • enfatizar a importância do diálogo entre Governo, Administração Pública, ONGs e os cidadãos em geral
  • dar a conhecer exemplos concretos do que pode ser feito nesse sentido, alertando para os desafios, mostrando oportunidades, e partilhando resultados
  • inspirar as organizações portuguesas a experimentar as ferramentas sociais para iniciar o diálogo com aqueles que servem, ou com aqueles de quem precisam para ir ao encontro dos seus propósitos
  • oferecer pontes, contactos, orientações que permitam alavancar projetos idealizados ou já implementados de cidadania 2.0.

Destinatários

O evento destina-se a:

  • responsáveis e representantes do governo nacional e local
  • responsáveis e representantes de organizações públicas
  • responsáveis e representantes de organizações não governamentais ou sem fins lucrativos
  • responsáveis e representantes de organizações privadas interessadas num maior diálogo entre o sector público e os cidadãos
  • cidadãos em geral, especialmente os mais interessados no aumento desse diálogo

Organização

O Cidadania 2.0 tem sido uma realização da Knowman que conta com o trabalho voluntário de três pessoas:

Ana NevesAna Neves, aka @ananeves, é CEO da Knowman onde trabalha com empresas públicas e privadas, em Portugal e no estrangeiro.

Durante os 8 anos que viveu em Londres, foi Knowledge Consultant na Headshift, Knowledge Manager em Agências do Ministério da Saúde britânico, Cultural Change Manager numa grande instituição financeira.

É responsável pelo KMOL, concebeu o Social Now, e tem o prazer de poder conhecer pessoas fantásticas durante os eventos em que participa, muitas das vezes como oradora convidada nos temas de gestão de conhecimento, redes e ferramentas sociais, e… cidadania 2.0.

 

Ana SilvaAna Silva, aka @AnaDataGirl, é licenciada em Gestão pela Faculdade de Economia da Universidade do Porto, e pós-graduada em Gestão da Informação e Marketing Intelligence pela EGP-UPBS. Acumula a responsabilidade pela área de Digital Marketing e Social Media num grande grupo industrial com a paixão pelas potencialidades das novas plataformas colaborativas da Web.

Co-organizou a conferência IMPACT0, uma reflexão sobre as repercussões dos fenómenos Web 2.0 e social media no mundo dos negócios, na EGP-UPBS, e a Talks 2.0: Happiness and Creativity in Your Work Life. É docente do módulo de Enterprise 2.0 na Pós-Graduação em Gestão da Informação e Marketing Intelligence na EGP-UPBS.

 

Vitor SilvaVitor Silva é licenciado em Informática de Gestão pela Universidade Portucalense e atualmente Team Leader numa empresa de TI.

Vitor Silva dinamiza também o podcast O Porto em Conversa e faz parte da direcção da ONG de Ambiente Campo Aberto.

Tenta ligar estes dois mundos – TI e Sociedade, Virtual e Real – através da promoção e participação em projetos relacionados com transparência e dados públicos.

Portal de Transparência Municipal


governoEstá apresentado o Portal de Transparência Municipal onde é possível consultar dados de natureza social, financeira e orçamental do seu município, como por exemplo, qual a dívida por habitante ou comparar dados entre câmaras ou regiões. O site disponibiliza mais de 100 indicadores relativos à gestão dos 308 municípios, agregando dados até agora dispersos por várias bases públicas.

 

Lisbon Big Apps: 15 finalistas


Lisbon Big AppsEsta é a lista das apps finalistas do concurso de aplicações Lisbon Big Apps, promovido pela CM de Lisboa.

Mais informação em Lisbonbigapps.com.

 

1 City Stories A single place can have as many stories as you want! Share them and show the city through your eyes! 
2 IMIN An app where people and institutions can locate, share and help to solve the city’s problems together, discovering and improving city life 
3 iRide iRide is the first Portuguese car-sharing service through a mobile app, for university students and companies. 
4 Lisbon Roulette You have a tight budget and want to go out for dinner? Spin the Lisbon Roullette! Simply insert your budget and away you go. 
5 Lisbon Smart Parking We connect Lisbon’s parking lots to the Cloud enabling the matching of free spaces with cars and other smart-apps. 
6 LisTrack An application that shows the best way to go to a place considering all available transports, time of day, price and parking (car travel). 
7 Livin’Lx Do you want to live in one of the greatest cities in the world? It’s time we help you decide where to build a home. 
8 My Hoster myHoster’ enables anyone, being a local or visitor to find a local host that will guide you to a particular location/site of the city. 
9 Parallel Planet Parallel: a new way of storytelling. It allows users to dive inside stories, with location-based, augmented reality, clues and interactivity. 
10 Parcitypate It’s a fun way to empower citizens of both large and small communities to take action toward city needs. 
11 Paymel Paymel – Allows drivers to pay for parking with their phone. We make parking payments easier for drivers. 
12 PostaLx Send everyone your special postcard of Lisbon -share where you have walked in the city, texts and ideas and photos a everlasting memory! 
13 Taximotions Virtual dispatch central making more convenient to manage, to promote, to book and to pay electronically any kind of taxi service. 
14 Xtourmaker Xtourmaker allows companies to create their own interactive tours/activities/games in indoor/outdoor environments using a global platform. 
15 YouClient YouClient is the free service that allows people to find and share great local businesses and places (what we call Spots) in Lisbon. 

A eleição de Obama nas redes sociais


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Na véspera das eleições americanas, importa acompanhar a utilização que o candidato Obama faz das redes sociais.

Encontrei este artigo no Cibertransistor que aqui transcrevo, e que ilustra os diversos canais de comunicação que a campanha de Obama usa. Vamos ver com que resultados.

Barack Obama está em campanha para a sua reeleição e a casa branca está pronta para usar a sua “arma” secreta. Plataformas digitais capazes de mobilizações em massa quer ao nível de voluntariado para a sua campanha quer de “angariação” de votos, cada vez mais preciosos nos tempos que correm…

A campanha presidencial de Barack Obama em 2008 foi elogiada por todo o uso dado a estas plataformas, conseguindo desta forma criar “engagement” com toda a comunidade que até então nenhum político tinha conseguido.

Twitter, Facebook e MySpace, além da sua própria rede social, My.BarackObama.com, foram as “armas” de mobilização massiva.

Com esta abordagem a campanha de Obama conseguiu atrair um público que normalmente não está envolvido no processo político, ancorados ao lema “Change”. Desta forma bateram-se recordes históricos ao nível de angariação de fundos. Após o discurso de Sarah Palin na Convenção Nacional Republicana em 2008, a campanha de Obama acumulou o maior número de doações em um período de 24 horas – US $ 10 milhões de cerca de 130.000 doadores.

Se não fosse a Internet, Barack Obama não seria presidente. Se não fosse para a Internet, Barack Obama não teria sido o candidato
Huffington Post –  após a eleição de 2008.

Toda a Media especializada apelidou a vitória de Obama como, “A Eleição do Facebook“, no entanto, este era apenas um sinal da revolução que as redes sociais iriam despoletar.

O Facebook foi muito importante em 2008, Obama teve 2 milhões de amigos no Facebook, e agora tem 28 milhões
Sam Graham-Felsen –  responsável pela área de blogues na campanha de 2008

Os Media Sociais têm crescido exponencialmente, e, como resultado, muito do que a campanha tem feito é tentar chegar com  conteúdo relevante que será disseminado em toda a media social.

Nesta sua segunda corrida para a presidência, Obama e a sua equipe têm a tarefa ainda mais dificultada. Será mais uma vez vitoriosa?  Obama vai conseguir recriar a “magia” da primeira?

Obama versão digital em 2008

Na primeira campanha presidencial de Obama ele esmagou o seu rival republicano John McCain na arena digital. Obama não só ganhou muito mais seguidores e amigos em diferentes plataformas, mas também, a sua equipa demonstrou que estava muito mais comprometida com os Media Sociais como um espaço para envolver os utilizadores/eleitores de forma mais eficaz e eficiente.

Aqui estão alguns exemplos da incursão notável da campanha:

  • Twitter: Obama juntou-se ao Twitter em Março de 2007 e no dia da eleição de 2008, ele era uma das pessoas mais populares do microblog. Ele tinha mais de 118.000 seguidores, enquanto seu rival republicano McCain teve uns meros 4.942 seguidores.
  • YouTube:A campanha de Obama usou o YouTube para divulgar 14.500 horas de imagens de vídeos oficiais – todos gratuitos. De acordo com o consultor político Joe Trippi, essa quantidade de visibilidade na rede de televisão teria custado US $ 47 milhões.
  • MySpace: Obama tinha cerca de quatro vezes mais amigos no MySpace do que o seu concorrente McCain (844.927 contra 219.404) – uma enorme vantagem, embora não tão acentuada como a sua liderança Twitter.
  • My.BarackObama.com: Criação da sua própria “rede social”, a primeira plataforma social para apoiantes da campanha de forma haver um envolvimento mutuo de todos os eleitores. Após a vitória de Obama, a campanha decidiu manter a plataforma activa. A campanha também usou o Change.gov – o site oficial – para pedir aos cidadãos para compartilhar as suas histórias e metas.
  • Texto Presidencial: Uma forma que Obama encontrou para recompensar os seus apoiantes, enviando-lhes uma mensagem de texto com a notícia do vice-presidente. O texto dizia:

Barack escolheu o senador Joe Biden para ser nosso candidato a VP. Assista ao primeiro comício de Obama-Biden ao vivo às 15:00 na www.barackobama.com Espalhe a palavra!

Obama versao digital em 2012

Liderando a eleição de 2012, Graham-Felsen diz baseado na experiência de sua estratégia de 2008:
Como podemos construir uma comunidade on-line e como podemos traduzir isso em mobilização offline?

Isto foi o que a equipa digital de Obama nos reserva para 2012:

  • Dashboard:Dashboard é a ferramenta de campanha social da equipe de Obama lançado em Maio de 2012 – é uma versão mais evoluída do My.BarackObama.com.
  • Instagram: A campanha de Obama juntou-se a 4 de Janeiro ao Instagram, um dos aplicativos de mais rápido crescimento no mercado mobile. Ele usa a plataforma para mostrar fotos pessoais e “behind-the-scenes “ associadas à sua campanha.
  • Mobile App: A campanha de Obama lançou a aplicação “Obama para a América” , uma App político partidária, que consiste numa ferramenta que permite inscrições para eventos de campanha, doar dinheiro e obter informação acerca do processo de votação nos respectivos distritos.
  • Reddit AMA: Obama respondeu a perguntas da comunidade Reddit, em uma AMA (“Ask Me Anything”) a 29 de agosto. O presidente atraiu mais de 200.000 pessoas para a conversa, e 1,8 milhões de inscritos para o evento.
  • Square: Obama começou a usar o Square em janeiro para receber doações através de iPhones e smartphones Android.
  • Doações de mensagem de texto: A campanha de Obama tornou-se a primeira campanha presidencial a aceitar doações através de mensagens de texto a 23 de Agosto. Apoiantes podem enviar até US $ 50 através de sms de valor acrescentado.
  • Twitter, LinkedIn e Facebook: Obama realizou reuniões digitais, respondendo a questões de utilizadores no Facebook em Abril de 2011, o Twitter em Julho de 2011 e LinkedIn em Outubro de 2011. Estas reuniões digitais ocorreram antes do período de campanha começar oficialmente, esta foi uma forma encontrada para dar o kick-off da campanha ao nível tecnológico.
  • Google+ Hangout: Obama realizou um Hangout Google+ em Janeiro, iniciando assim o recurso ao vídeo chat do Google.
  • Michelle Obama no Pinterest: A campanha decorre numa conta Pinterest criada para Michelle, conta esta que a primeira-dama usa ocasionalmente para si mesma com a assinatura “-mo”.
  • Foursquare: Presente desde Agosto de 2011, antes  da campanha iniciar oficialmente,  a ferramenta tem sido utilizada para a partilha com os seus apoiantes dos seus locais de passagem.

Resposta de Obama à “maioria Eastwood”: A equipe de Obama twittou uma foto do presidente de costas sentado na cadeira do Salão Oval, em resposta aos comentários de Clint Eastwood durante o congresso republicano.

@ BarackObama – Esta cadeira está ocupada.

Obama versão digital 2008 e 2012  apresentam duas realidades completamente diferentes.
Em 2008, a campanha de Obama surgiu como inovadora e experimental.
Em 2012, com toda a media social perfeitamente “instalada” e a ser um pouco a imagem do “power to the people”, são plataformas bidirecionais onde todos os consuidores estão ligados numa rede de mais de 2 biliões de utilizadores, chegando ao ponto de nos surpreendermos a nós próprios quando ao escrever um artigo como este descobrimos que o Obama está na nossa 2ª linha de contactos no Linked in é caso para dizer WOW.

O grande mérito de Barack Hussein Obama, que mudou a forma de se fazer política no seu país e em todo o mundo, foi ficar atento à evolução dos meios, Medias e tecnologias, para usá-los, assim que fosse viável e necessário, a seu favor, e mais importante, antes que os seus concorrentes tivessem coragem de o fazer.

Assim este é um exemplo claro de que é estar presente de forma eficaz e efetiva nos Media sociais. Pois, não bastam iniciativas isoladas para ouvir a população. É necessário além de ouvir, dar satisfações, mostrar resultados, dialogar com os eleitores, para que haja de verdade um acompanhamento de uma comunicação contínua em ambas as partes e acima de  tudo construir relações duradouras.

Tal como ao nível empresarial a grande questão hoje em dia é estar atualizado, ter visão e acima de tudo coragem de implementar uma estratégia antes dos seus concorrentes. Esta será a grande variável diferencial do séc. XXI. Obama já a está a usar e vocês?

Ou como diria Peter Drucker, “A inovação sempre significa um risco. Mas ir ao supermercado de carro para comprar pão também é arriscado. Qualquer atividade económica é de alto risco e não inovar – isto é, preservar o passado – é muito mais arriscado do que construir o futuro”.

O Presidente de Câmara do Futuro (muito próximo)


Apresentam-se a seguir alguns episódios do dia-a-dia de um Presidente de Câmara, que relatam a forma como a tecnologia pode ajudar a gerir vários temas de uma Autarquia Local, contribuindo para o aumento da eficiência organizacional e para garantir tomadas de decisão melhor fundamentadas.

10:00h (via Skype fazendo atendimento a empresas)

Munícipe A: Bom dia Sr. Presidente. Desculpe estar a incomodá-lo, mas gostaria de lhe questionar se há interesse para o seu concelho, na instalação de um empreendimento turístico, para desenvolver a prática do Golfe?
Presidente: Bom dia, não incomoda absolutamente nada. É claro que temos muito interesse nesse tipo de investimento. Vou encaminhar o nosso chat para a minha chefe de gabinete, para que possamos agendar uma Videoconferência, onde estarão os Sr.s Vereadores do Turismo e do Desporto.
……

continuar a ler

(artigo publicado no site www.i-gov.org)

Apresenta o teu projeto Web 2.0 no Cidadania 2.0


O evento Cidadania 2.0 pretende estimular a discussão sobre novas formas de comunicação no seio da sociedade em Portugal, procurando:

  • enfatizar a importância do diálogo entre Governo, Administração Pública, ONGs e os cidadãos em geral
  • dar a conhecer exemplos concretos do que pode ser feito nesse sentido, alertando para os desafios, mostrando oportunidades, e partilhando resultados
  • inspirar as organizações portuguesas a experimentar as ferramentas sociais para iniciar o diálogo com aqueles que servem, ou com aqueles de quem precisam para ir ao encontro dos seus propósitos.

Propostas para apresentação de ideias ou projetos

Se tem uma iniciativa que tira partido das ferramentas sociais para aumentar o diálogo em sociedade e mobilizar os cidadãos para uma participação mais ativa, candidate-se para a apresentar no dia 27 de Outubro!

Envio de propostas – 13 Agosto a 23 Setembro

Fale-nos da ideia ou projeto que gostaria de partilhar, debater e impulsionar com os participantes do Cidadania 2.0.

Votação – 24 Setembro a 7 Outubro

As propostas que verifiquem os requisitos ficam a votação (se necessário). Vote e divulgue a sua proposta através das redes sociais.

Notificação – 9 Outubro

Os responsáveis pelos projetos mais votados serão notificados para confirmarem a sua presença no Cidadania 2.0.

À semelhança do ano passado teremos lugar no programa para breves apresentações de projetos mas vamos mais longe do que isso: dinamizaremos, com ajuda de parceiros, uma série de ações que visam ajudar a estes projetos com contactos, mecanismos, ferramentas, recursos, dicas e informação que lhes permitam avançar.

Um dia inteiro para networking, troca de experiências e contactos e aprendizagem!

Office 365 gratuito para escolas


Microsoft Office 365

A Microsoft anunciou a disponibilização gratuita do Office 365, baseado na nuvem, gratuita para estabelecimentos de ensino, incluindo aqueles sob gestão das autarquias.

Para melhor conhecimento desta oferta, consulte o site Office 365 para educação, a reportagem no Expresso ou veja os vídeos seguintes:

Apresentação Office 365
Reportagem TVI
Shape the Future

Município de Pombal promove evento dedicado à Gestão Documental


O Município de Pombal, em parceria com a Normática, vai organizar no próximo dia 6 de Junho o evento «Autarquias 3.0 – O Poder da Integração das Aplicações na Administração Local».

No decorrer do evento, que terá lugar no Teatro-Cine de Pombal a partir das 9:00 horas, serão apresentados alguns dos projetos implementados pela autarquia na área da gestão documental.

No centro desta iniciativa, que vai contar com a presença de Feliciano Barreiras Duarte, Secretário de Estado Adjunto do Ministro-Adjunto e dos Assuntos Parlamentares, estará uma demonstração do projeto de gestão documental Webdoc 2.0, implementado pela Município de Pombal.

Além deste projeto, o nosso Município irá apresentar duas outras aplicações de desmaterialização de processos na área do Urbanismo e reuniões de Câmara.

Programa

  • 9:00 – Receção
  • 9:30 – Boas Vindas: Engº Narciso Mota (Presidente da Câmara) | Dr. Martinho Almeida (Presidente do Conselho de Administração da Normática)
  • 9:50 – Modernização da Administração Local: Dr. Feliciano Barreiras Duarte (Secretário de Estado Adjunto do Ministro-Adjunto dos Assuntos Parlamentares)
  • 10:20 – Apresentação Normática e Visão para as Autarquias Locais: Pedro Soeiro (Centro de Competências OutSystems da Normática)
  • 10:40 – Coffee Break
  • 11:00 – Live Demo – Aplicações no Município de Pombal – WebDoc 2.0, WebMeeting, WebSigu: Nuno Salvador (Município de Pombal) | Vera Pereira e Bruno Rodrigues (Normática)
  • 12:00 – Debate
  • 12:45 – Encerramento

Assista ao Webcast em http://www.ustream.tv/channel/autarquias-3-0

 

Parlamento Açoriano usa Windows Azure como fator de democracia eletrónica


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“A solução Microsoft é uma solução na nuvem em que podemos investir inicialmente apenas na parte dos serviços e desenvolvimento, libertando-nos da manutenção da infraestrutura e dos equipamentos.”

Sandra Costa, Secretária Geral da Assembleia Legislativa Regional dos Açores

A Assembleia Legislativa Regional dos Açores é o órgão legislativo e de fiscalização parlamentar da Região Autónoma dos Açores, tendo sido instituído em 1976, na sequência da regulamentação da autonomia do arquipélago.

Uma vez que as reuniões plenárias da Assembleia são públicas, este órgão de soberania pretendia transmitir em tempo-real os trabalhos do Parlamento Regional em vídeo, bem como armazenar os conteúdos de forma a que fosse fácil a sua posterior pesquisa online, quer pelos Grupos Parlamentares representados na Assembleia, quer pelo público em geral, a partir de um portal na Internet.

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A solução implementada foi construída com base em tecnologias Microsoft, designadamente Microsoft Windows Azure.

In caso de estudo Parlamento Açoriano usa Windows Azure como fator de democracia eletrónica

Portal do Executivo na CM de Cascais


A Câmara Municipal de Cascais implementou uma Solução para desmaterializar os processos de elaboração de propostas e de tomada de decisão, bem como para digitalizar as Reuniões de Câmara, com recurso ao CaveDigital Board Meeting: o Portal do Executivo da Câmara Municipal de Cascais.

Os processos, com a eliminação da tramitação física, passam a beneficiar dum ganho …potencial de agilidade para as aprovações.

Em harmonia com a utilização do Cartão de Cidadão, é possível despachar e assinar digitalmente as propostas para Reunião de Câmara.

A agenda da Reunião de Câmara e votação eletrónica são também suportadas, podendo o Executivo Camarário acompanhar a reunião e consultar as propostas em discussão a partir do seu portátil ou tablet.

As Reuniões de Câmara públicas são acompanhadas pelo público, recorrendo à projeção da agenda e duma barra que resume a reunião, dando-se assim mais um passo por este Município no sentido da Democracia Digital.

Balcão do Empreendedor já conta com adesão de 232 municípios


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O Balcão do Empreendedor (BdE) , balcão único que permite aceder online às formalidades necessárias ao exercício de uma atividade económica, já conta com a adesão de 232 municípios, dos quais 210 participaram em pelo menos uma das ações de formação promovidas pela Agência para a Modernização Administrativa (AMA), desde maio de 2011, sobre a implementação da medida 5.33 do Memorando de entendimento da Troika e o seu impacto na Administração Local. Este é um dos dados presentes no relatório de análise estatística das últimas sessões realizadas em janeiro de 2012, agora disponibilizado pela AMA.

Continue a ler Balcão do Empreendedor já conta com adesão de 232 municípios

Avaliação de Desempenho de profissionais de TICs na AP


Estamos numa altura em que todos os trabalhadores da AP (Administração Pública) têm preocupações na definição de objetivos para a avaliação de desempenho para o ano de 2012.

Todos os avaliadores são chamados a definir os melhores objetivos para avaliar de forma mais justa os seus avaliados. Não pretende este artigo apontar as virtudes nem os defeitos do SIADAP (Sistema Integrado de Avaliação de Desempenho na Administração Pública), previsto na Lei n.º 66-B/2007 de 28 de Dezembro, mas sim aflorar a importância na criação de SLAs (Service Level Agreement) para medir o desempenho dos avaliados em geral e dos serviços de Tecnologias de Informação em particular.

Se em algumas áreas a definição de objetivos pode ser um exercício complexo, na área das Tecnologias de Informação tal tarefa estará mais facilitada, bastando para isso recorrer à implementação de sistemas de gestão de atividades realizadas.

Entrando num exemplo concreto, a avaliação do serviço de Helpdesk (apoio aos utilizadores), é precisamente um dos que mais facilmente se podem definir SLAs e a sua medição. Para tal, é necessário o recurso a sistemas de gestão de Tickets, que facilmente registam a criação dos pedidos, assim como o seu fecho.

Existem várias soluções de gestão de Tickets que os departamentos de TICs podem recorrer para poder medir os indicadores de desempenho relacionados com esta função. Alguns incluem ainda a possibilidade de gerir o serviço de acordo com a norma ITIL (Information Technology Infrastructure Library), se bem que para o assunto em questão, o recurso ao ITIL não seja na minha ótica imprescindível. Apresentam-se a seguir apenas três exemplos deste tipo de software:

Numa equipa de TIC em que há vários tipos de atividades, é importante classificar essas atividades e definir objetivos de acordo com essa classificação. Seguem-se um exemplo de um objetivo que pode ser aplicado a avaliados que pertencem a este tipo de profissionais.

Objectivo
Melhorar o tempo médio de resolução de pedidos de Helpdesk dos seguintes tipos: Software, Hardware, Printing, Videovigilância e Rede, classificados com prioridade média ou urgente.
As datas de início e final dos pedidos deverão ser as da data de recepção dos pedidos na Divisão, nomedamente quando registados no sistema de gestão de tickets, independentemente da forma de chegada. A data de resolução deve corresponder à data em que o pedido foi efectivamente resolvido (ticket
close).
O avaliado pode requerer a supressão de contabilização de alguns tickets que não possam ser efectuados por razões que não lhe possam ser imputáveis, como por exemplo falta de material.

Indicador de medida
Tempo médio de resolução de pedidos

Critérios de Superação
Supera se o tempo médio for inferior a 6 dias
Cumpre se o tempo médio se situar entre 6 e 11 dias
Não cumpre se o tempo médio for superior ou igual a 12 dias

É muito importante que os avaliados possam ter informação sobre o seu desempenho, pois só assim poderão percepcionar o grau de cumprimento do objetivo a si definido. Muitas vezes (um dos problemas que se apontam ao SIADAP), a monitorização ao longo do ano não é efetuada e os avaliados só têm noção dos indicadores quando já não têm possibilidade de os inverter (para os casos em que não são cumpridos).
É portanto importante que as ferramentas escolhidas para gerir as atividades das equipas, possam dar essa informação em tempo real, como se apresenta no exemplo seguinte:
Exemplo medidação SLAs

No exemplo anterior, estão calculados os TMR (Tempo Médio de Resolução) dos tickets por tipo. Estes gráficos devem estar visíveis, por exemplo, num dashboard da aplicação de gestão de tickets.

Desta forma é possível com muita facilidade avaliar o desempenho do avaliado, validando se os SLAs individuais para si definidos foram ou não cumpridos, sem margem para quaisquer subjectividades.

Espero ter contribuído para ajudar a simplificar esta tarefa, nomeadamente aos avaliadores desta área. Se se achar pertinente, posso contribuir com mais alguns exemplos de objetivos SMART para a área das TIC.

Cloud Computing na Administração Pública


iGOV.DOC - Cloud Computing na AP

O conceito de Cloud Computing («computação em nuvem») não é novo, mas nos últimos anos tem vindo a ter um maior destaque. A newsletter iGOV.DOC procurou medir o pulso à Administração Pública, quanto à adopção destas soluções, partilhando a análise de especialistas nacionais e internacionais, apresentando alguns casos práticos e antevendo tendências na adopção de Cloud Computing no Sector Público.

Download: iGOV.DOC 16 – Cloud Computing na AP.

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Governo pretende reduzir a menos de metade custos com a informática


A notícia de que o Governo Português, liderado por Miguel Relvas, pretende reduzir a menos de metade os custos com informática é algo que só pode ser recebido com um misto de perplexidade e inquietação.

A notícia do Público é pequena e parca em pormenores, mas através dela ficamos a saber muitas coisas, quer pelo que ela diz, quer pelo que omite.

A saber:

  1. O Governo Português considera a informática como um custo e não como um investimento;
  2. O Governo Português, ao contabilizar aquilo que gasta/investe, ignora os benefícios desse gasto/investimento;
  3. O Governo Português considera negativo que os custos em informática tenham aumentado;
  4. Entre outras coisas, o Governo Português pensa que a opção por software Open Source é equivalente a poupar dinheiro;
  5. O Governo Actual retoma, e bem, o projecto de concentração de recursos de hardware que já tinha sido anunciado pelo Governo Anterior.

É bom lembrar que tudo isto acontece numa altura em que este mesmo governo insiste — e com razão — no tema da “produtividade” como forma de sairmos da crise em que nos encontramos.

O tema do dinheiro investido (e não apenas gasto) em informática é-me bastante querido, pois a minha empresa, caso não tivesse realizado os investimentos em sistemas de informação que fez desde 2007 pura e simplesmente… não existiria, por incapacidade de competir. É através destes investimentos que conseguimos produzir tanto com recursos comparativamente tão pequenos e, em função disso, oferecer serviços competitivos e de qualidade aos nossos clientes.

Ora só os mais cínicos é que podem achar que o mesmo não tem acontecido nos últimos anos na nossa Administração Pública. Ou será que as Lojas do Cidadão surgiram do ar? Ou que é possível criar uma empresa em 1 hora (como eu criei a minha) porque há mais pessoas sentadas à secretária a preencher formulários…?

E, já agora, quantos milhares de horas se pouparam — ou seja, se ganharam, se traduziram em aumentos de produtividade — só porque imensos serviços que eram anteriormente prestados presencialmente podem agora ser concretizados através da Internet…? Atrevo-me a dizer que o país provavelmente ganhou muitos mais milhões do que aqueles que “gastou” a modernizar a Administração Pública…

Finalmente, sobre a questão do software Open Source, é bom reposicionar a discussão como ela deve ser reposicionada: os investimentos em projectos de TI devem ser feitos utilizando o melhor software disponível — quer este seja comercial ou Open Source ou uma conjugação de ambos.

Dito isto, não me custa a imaginar que terá havido maus investimentos e dinheiro mal gasto em informática nos últimos anos — o mesmo terá certamente acontecido em inúmeras outras áreas, e não acho que a das TIs tenha sido imune. Como tal, esses eventuais sobrecustos e maus investimentos deverão ser investigados e corrigidos.

Agora agitar a bandeira dos cortes drásticos nos investimentos em informática como se isso fosse uma coisa positiva é algo muito diferente: é algo muito grave. Grave porque demonstra que quem neste momento nos governa não faz a mínima ideia do que está a fazer e, pior do que tudo, confunde gastos com investimentos, ignorando que se os excessos dos primeiros podem empobrecer-nos, não realizar os últimos pode arruinar-nos.

P.S.: Há dias fiz um caso de estudo para um cliente sobre um projecto que envolveu um investimento da ordem dos 500.000 euros, incluindo não apenas o software mas também a implementação do projecto, que foi feita por uma consultora externa. O projecto, uma vez implementado a 100%, irá trazer uma poupança de custos a 3 anos de cerca de… 5 milhões de euros. Uma poupança em tempo, dinheiro, recursos humanos, produtividade ganha e maior qualidade dos resultados. Exemplos destes tenho-os aos molhos e exemplificam bem o poder da informática e a sua capacidade em reduzir custos.

Texto original da autoria de António Eduardo Marques publicado no seu blog Techhoje.

Dados de Lisboa abertos – Desafio à comunidade


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A CM de Lisboa, em colaboração com a AMA apresentou no dia 19 de Dezembro, o projeto de Open Data Lx.

De acordo com o site de apresentação do projeto:

O “Open Data Lx” é um projecto da Câmara Municipal de Lisboa, desenvolvido em parceria com a Agência para a Modernização Administrativa (AMA), que disponibilizará, a todos os cidadãos, colecções de dados sobre a cidade de Lisboa, nas mais diversas áreas, de modo a poderem ser utilizados no âmbito de trabalhos de investigação ou no desenvolvimento de aplicações informáticas que possam ser úteis à cidade.

In Open Data, http://www.lisboaparticipa.pt

Este projeto expõe diversos catálogos de dados, a pretende potenciar novas aplicações e novas formas de “ver” os dados públicos e com isso valoriza-los, melhorar a administração autárquica, gerar riqueza e criar oportunidades.

É um desafio aberto à comunidade de parceiros e programadores.

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A primeira aplicação divulgada é esta, pela Mr. Net

Lisboa 360 – Aplicação com informações diversas sobre a cidade de Lisboa.

Noticias relacionadas: Dados abertos – Um desafio à comunidade

Enterprise 2.0 / Organização 2.0


A Comissão Europeia mandou elaborar um estudo sobre “Enterprise 2.0”, que pode ter uma leitura para organizações públicas, pelo que vos deixo aqui a referência para vossa análise. Coloca e responde a 4 perguntas:

  1. O que é “Enterprise 2.0”?
  2. Porque é que é importante?
  3. Como deve ser implementado?
  4. O que é que a Comissão Europeia deve fazer?

Aceda ao estudo aqui: Enterprise 2.0 study

Cidadania 2.0 em vídeo


O evento Cidadania 2.0 deste ano foi registado em vídeo que a organização agora torna disponível aqui.

Segundo o anuncio feito no fórum de inovação autárquica:

Teve lugar no dia 13 de Outubro o evento Cidadania 2.0. Este ano contámos com a apresentação de 15 projetos diferentes. Penso que as pessoas neste grupo possam estar especialmente interessadas no trabalho que está a ser feito pelo Governo do País Basco, pela Junta de Freguesia de Carnide e pela Webcitizen com o projecto Vote Na Web.
A gravação vídeo do evento está disponível em aqui.

Projectos de transparência pública


TransparênciaO projecto mais emblemático de transparência pública, é sem dúvida o www.base.gov.pt.

Contudo, existem outras iniciativas muito interessantes, que permitem informar o cidadão, sobre a actividade pública.

Projecto Parlamento

“Esta iniciativa foi desenvolvida por uma comunidade que reúne pessoas que partilham uma mesma preocupação – a transparência ou a falta dela, mas em tudo o mais são diferentes, seja em competências, percursos e até línguas. Trata-se de um projecto ambicioso, mas necessário num país em que é manifesta a descrença na classe política e em que a expressão da chamada “sociedade civil” é muito apagada e onde a participação e o envolvimento dos cidadãos ganham muito com a informação mais clara, acessível e actualizada.”

Excerto retirado da página do projecto.Projecto parlamento.png

Este projecto visa essencialmente obter informação sobre a actividade dos deputados no Parlamento Português.
O projecto apresenta como objectivos:
1. Acrescentar valor aos dados disponíveis pela apresentação, pesquisa e consulta;
2. Criar novas formas de visualização que permitam descobrir novas informações;
3. Convidar os cidadãos a intervir activamente e esclarecidamente nas questões da vida pública;
4. Utilizar recursos, conhecimento e ferramentas disponíveis e utilizados por outros que acelerem o processo de desenvolvimento.

Transparencia-pt.ORG

imageO projecto Transparência na AP foi o primeiro a surgir neste domínio da transparência e dos dados públicos utilizando a Internet. Surgiu como uma resposta da ANSOL, Associação Nacional para o Software Livre, ao portal de contratos públicos online já enunciado o www.base.gov.pt.

“Foi desenvolvido para resolver as muitas dificuldades com a pesquisa e navegação no sítio oficial Base – Contratos Públicos Online”, pode ler-se sobre o projecto na sua página online.
Neste portal, desenvolvido com base em tecnologias opensource, faz-se uma cópia da informação oficial actualizada periodicamente e disponibilizada através de um interface que facilita e incentiva a procura. De momento apenas pesquisa pelo objecto e nomes das entidades envolvidas nos Ajustes Directos publicados.

Pordata

image“O projecto Pordata é um serviço público, um projecto destinado a todos, pensado para um vasto número de utentes que comungam do interesse em conhecer, com confiança e rigor, mais sobre Portugal. É, por isso, com imenso orgulho que passo, a partir de hoje, a partilhar esta fonte de informação com todos os que possam dela necessitar.” – Maria João Valente Rosa, Directora do projecto.
Este projecto representa provavelmente um dos melhores exemplos de transparência pública em Portugal. É uma iniciativa da Fundação Francisco Manuel dos Santos, que visa mostrar informação sobre várias áreas da vida pública Portuguesa, como por exemplo: População; Saúde; Educação; Emprego e Condições de Trabalho; Produto, Rendimentos e Níveis de Vida; Habitação; Conforto e Bem-Estar; Segurança Social; Cultura; Justiça; Contas Nacionais e Função Social do Estado; Empresas e Trabalhadores.

Demo.cratica

imageO projecto Demo.cratica é um projecto independente, livre e autónomo dedicado a oferecer uma nova visão sobre o Parlamento Português. No site pode ler-se a descrição do projecto como “A forma fácil de ler o parlamento. Um site independente para saber quem são e o que dizem os deputados da assembleia da república portuguesa.”
Tecnicamente, o Demo.cratica consiste em duas partes: um conjunto de ferramentas de extracção, análise e catalogação da informação pública, e um website para mostrar essa informação de uma forma simples e eficaz.

As TIC na Administração Pública – Que Futuro?


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A AMA apresentou As TIC na Administração Pública – Que Futuro? em que faz o balanço das TIC na Administração Pública, e propõem algumas direções para o futuro.

Começa por recordar que

Os organismos públicos têm tido a liberdade necessária para adquirir e gerir autonomamente as suas infra-estruturas tecnológicas, para adquirir os seus próprios sistemas de informação, para contratarem individualmente as suas comunicações e para criarem os departamentos necessários para a gestão e manutenção das TIC

e sugere como estratégias de futuro

CONCENTRAÇÃO DAS COMPETÊNCIAS DE ADMINISTRAÇÃO ELECTRÓNICA NUM ÚNICO ORGANISMO E MELHOR ARTICULAÇÃO COM AS POLÍTICAS DA SOCIEDADE DE INFORMAÇÃO

e ainda a racionalização da função informática sectorial através de:

  • Processo de centralização da função informática num único organismo por Ministério
    • Service-desk comum
    • Unificação Datacenters
    • Unificação serviços de administração, desenvolvimento aplicacional e licenciamento
    • Unificação dos serviços de infra-estrutura e comunicações
    • Unificação micro-informática
    • Unificação dos serviços de Governance, Estratégia e Arquitectura das TIC
  • Extinção, em cada ministério, dos vários departamentos com funções TIC existentes em muitos organismos públicos, alocando os recursos

Com estas medidas estima uma poupança TIC estimada de 30% ~150 milhões de Euros/ano.

Também propõe:

Estabelecer a obrigatoriedade de utilização da plataforma de interoperabilidade desenvolvida e gerida pela AMA, tendo em vista a uniformização de protocolos e procedimentos que facilitem a comunicação electrónica entre organismos da Administração Pública.

Pode consultar o documento aqui.

O Facebook e as autarquias


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Tem havido alguns episódios recentes que mostram algumas práticas menos felizes por parte algumas entidades, na relação destas com os cidadãos (ou clientes nestes casos) através do facebook.

A maior rede social pode ser um aliado poderoso para o melhor… e para o pior.

Refiro-os aqui para uma chamada de atenção para aquilo que as autarquias não devem fazer na relação com os seus munícipes.

Continue a ler O Facebook e as autarquias