Cidadania 2.0: Um país como nós


Um país como nós: Cada um de nós é único, mas também faz parte das estatísticas

Logo de 1 País Como Nós

Mais do que um projecto de estatísticas, Um país como nós pretende ser uma ferramenta interativa que estabelece uma relação entre cada um de nós e os “números” das estatísticas do seu concelho e do país.

Para construir esta ferramenta foi criada uma base de dados que cruza indicadores de várias fontes: a maioria provém do INE (em particular dos Censos 2011), mas são também utilizados dados do IEFP – Instituto do Emprego e da Formação Profissional, da DGAL – Direção Geral da Administração Local e de outras instituições. Muitos deles foram obtidos a partir do site da PORDATA, que os disponibiliza em formato aberto e reutilizável.

Os indicadores escolhidos para este retrato do país incidem sobre três temas:

  • População (total, por género, por idade, entre outros temas)
  • Emprego e Economia (sectores de actividade, taxa de desemprego, salário médio…)
  • Educação e Saúde (escolaridade, número de habitantes por médico).

Estes indicadores são, daqueles disponíveis ao nível territorial do concelho, os que permitem uma maior aproximação ao tipo de análise feita pelo Índice de Desenvolvimento Humano (IDH).

Um País Como Nós (capturado a 27 Set 2013)

 

O projecto destina-se a um público generalista, procurando que cada pessoa consiga relacionar-se com as estatísticas das quais faz parte e que são publicadas pelas entidades oficiais portuguesas. Propõe-se uma espécie de jogo em que, à medida que escolhe as várias opções que estão de acordo com o seu perfil, o utilizador traça o seu retrato e fica a saber com que ‘fatia’ da tarte se identifica.

Na secção Estatísticas, consultar estatísticas do seu concelho e de outros, comparar concelhos à sua escolha e confrontá-los com as médias nacionais.

Tendo sido feito em ano de autárquicas, há também uma secção especial Autárquicas 2013, com listas completas de candidatos por concelho, resultados de eleições anteriores, imagens de campanha, notícias dos principais media nacionais online e um top atualizado dos candidatos mais referidos nas notícias. No dia das eleições serão divulgados os resultados à medida que forem divulgados pela CNE. Futuramente serão incluídos novos indicadores estatísticos e analisados outros temas relevantes ao nível do concelho.

TOME NOTA

Este projeto vai ser apresentado no evento Cidadania 2.0 (Porto, 26 e 27 setembro 2014). Veja o programa e inscreva-se!

 

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Cidadania 2.0: No Meu Bairro


No Meu Bairro: Aplicação web e mobile para reportar situações onde é necessário a atuação dos serviços municipais

Logo do No Meu Bairro

O No meu Bairro é um serviço para reportar problemas que encontres na tua localidade.

Uma aplicação web e mobile lançada oficialmente e com o apoio da Câmara Municipal de Coimbra, onde as pessoas registam situações onde é necessário a actuação dos serviços municipais, como por exemplo estradas estragadas.

Os problemas podem ser coisas simples como um buraco na rua, um candeeiro com a lâmpada fundida ou um semáforo estragado. Mas podem ser coisas mais complexas. Deixamos ao teu critério.

O No meu Bairro tenta fazer chegar a informação a quem possa resolver a questão. Neste momento apenas conseguimos fazer isso se o problema reportado for nas seguintes cidades: Coimbra, Penela, Setúbal e Aveiro; mas a lista está a crescer continuamente.

bairro

Cidadania 2.0: Cafés WiFi Coimbra


Cafés WiFi Coimbra: Aplicação web onde se podem consultar os melhores cafés para trabalhar com internet wireless, tomadas eléctricas e bom acolhimento

Poster do Café Wifi

Uma aplicação web onde se podem consultar os melhores cafés para trabalhar com internet wireless, tomadas elétricas e bom acolhimento.

Cafés Wifi Coimbra (capturado a 30 Set 2013)

Cidadania 2.0: UrbanFlow


UrbanFlow: Uma aplicação mobile para registar em tempo real a localização dos autocarros

urbanflow
Contacto disponível apenas para utilizadores registados

Todos sabemos que a experiência de apanhar um transporte público pode ser melhorada. Com a ajuda de todos, vamos poder calcular os horários reais por linha, paragem e dia da semana.

Instala a aplicação no teu smartphone Android. Depois, sempre que um transporte passar por ti, marca-o com a aplicação o mais rápido possível. Assim vamos ter os dados necessários para gerar horários mais fiáveis para todos!

Neste momento estão disponíveis em Coimbra os autocarros SMTUC e, no Porto, os transportes da STCP, Resende e Metro.

Cidadania 2.0: #mercadocoimbra


#mercadocoimbra: Fotos crowdsourced do Mercado Municipal de Coimbra

Logo do #mercadocoimbra

De forma a melhorar a afluência ao Mercado Municipal de Coimbra, criou-se uma hashtag no instagram, Flickr e 500px onde qualquer pessoa partilha online fotos dos produtos e outras informações relevantes. As fotos vão para o blog Mercado de Coimbra.

Página inicial do Mercado de Coimbra

 

Cidadania 2.0: Isto dava…


Isto dava…: Autocolantes que convidam quem passa a tirar a caneta do bolso para sugerir um uso para um edifício ou espaço da cidade desaproveitado

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Autocolantes que convidam quem passa a tirar a caneta do bolso para sugerir um uso para um edifício ou espaço da cidade desaproveitado. No site são depois partilhadas fotos georeferenciadas dos autocolantes colocados

Cidadania 2.0: Centro Histórico


Centro Histórico: Mapear os edifícios do Centro Histórico de Coimbra para promover a sua reabilitação

centro

Com este site, queremos promover a reabilitação do Centro Histórico de Coimbra.

Apresentamos informações sobre cada edifício relativamente ao seu estado de propriedade, disponibilidade, estado de conservação, funções que alberga, projectos de reabilitação já concretizados e os pontos de interesse que se encontram na sua envolvente.

Procuramos compilar e apresentar dados e informações a possíveis investidores com o objectivo de aumentar o número de habitantes no Centro Histórico

 

Cidadania 2.0: Movimento Cidadania e Democracia Participativa


Movimento Cidadania e Democracia Participativa: O projecto tem como base a criação e desenvolvimento de processos e metodologias, assentes nas redes e novas tecnologias, para a gestão interna de partidos de democracia participativa

Movimento Cidadania e Democracia Participativa

A democracia portuguesa sofre hoje de de vários problemas decorrentes da inibição de participação dos cidadãos, em especial no interior dos partidos, dado que a sua forma de funcionamento interno não permite que a maioria dos militantes sejam ouvidos fora dos actos eleitorais internos e possam supervisionar e condicionar de forma eficaz as actividades dos representantes intra-partidários eleitos, o que permite um liberdade de acção abusiva aos agentes políticos, lesando o Estado e denegrindo a imagem pública da política. E esta é a principal situação que nos propomos a mudar, para que faça sentido pertencer a um partido, e para que assim este actue de acordo com a vontade colectiva dos seus militantes.

O projecto tem como base a criação e desenvolvimento de processos e metodologias, assentes nas redes e novas tecnologias, para a gestão interna de partidos de democracia participativa. Com este sistema, o funcionamento do respectivo partido assentará num modelo de governo sombra, em que grupos de cidadãos ou associações, defendem os seus interesses e contribuem com os seus conhecimentos em áreas homologas aos ministérios, influenciando assim todas as decisões do partido nas respectivas questões em que interfiram. O poder desses grupos e associações privadas que actuam no seio do partido depende da representatividade que a dado momento lhes esteja delegada por militantes do partido.

 

Cidadania 2.0: Pensar Lisboa


Pensar Lisboa: O Pensar Lisboa é um espaço de liberdade. Um grupo de cidadãos juntaram-se com o objectivo de Pensar a sua cidade. Ouvir, aprender e provocar consciências. Vivem intensamente Lisboa

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Um grupo de jovens decidiu criar uma plataforma que permita um olhar atento sobre Lisboa. São pessoas que vivem intensamente a cidade de Lisboa. Que gostam de aprender, conhecer e pensar sobre o futuro desta cidade e da comunidade onde se inserem. Procuram conhecer in loco e não serem apenas uns criticos de pc na mão e sentados na zona de conforto. Entrevistam pessoas, conhecem realidades, ouvem diferentes opiniões. Têm um objectivo claro: ajudar Lisboa.

Têm utilizado um blogue para partilhar o conteúdo que vão criando e recolhendo. Têm recorrido ao Facebook para ecoar esse conteúdo, dar mais visibilidade e atrair mais participação.

Cidadania 2.0: Mila


Mila: Mapa de obstáculos para cidadãos com dificuldades motoras

Página do site MILA

Plataforma colaborativa para mapear os obstáculos na via pública para pessoas que se deslocam de cadeira de rodas.

Qualquer pessoa poderá assinalar obstáculos, com um título e uma descrição e, opcionalmente, uma fotografia, tanto através do site, como da aplicação Ushahidi, para iPhone e Android. Os relatos terão que ser aprovados para se tornarem visíveis no mapa! Estaremos atentos, para rever e publicar as vossas contribuições o mais rapidamente possível, mas não desesperem se demorarmos algum tempo

 

Cidadania 2.0: Despesa Pública


Despesa Pública: Saiba onde, como e por quem é gasto o dinheiro dos contribuintes

Logo do Despesa Pública

Despesa Pública nasce da necessidade de disponibilizar de forma acessível, organizada, detalhada e suficientemente flexível, informação de como, onde e por quem é gasto o dinheiro dos contribuintes. Todos os cidadãos têm o direito ao acesso a esta informação, para que possam colaborar no controlo da despesa pública: comentando, interrogando, divulgando e fiscalizando os gastos das instituições públicas.

O Estado gasta milhares de euros em novas tecnologias, em plataformas que potenciam e facilitam a cobrança da receita, no entanto, no que respeita à disponibilização de informação sobre as instituições públicas, o seu património e despesa, a pouca informação que existe, está dispersa, mal organizada e de difícil acesso.

Despesa Pública

 

A transparência e o fácil acesso à informação é o primeiro instrumento no combate à corrupção, por isso não se entende porque existe tanta relutância na maioria das instituições públicas em disponibilizar essa informação.

Pretende-se que este projecto seja uma plataforma informativa e útil à sociedade. Não querendo ser sensacionalista, nem partidária, espera-se que os cidadãos e os diferentes intervenientes, vejam-na como um apoio ao crescimento do país, à cidadania participativa e à concorrência leal no fornecimento de bens/serviços ao sector público.

A recolha desta informação nem sempre é um processo simples, e por vezes, esta não está 100% correcta, por isso, cabe a todos nós, procedermos à sua validação e solicitar às instituições que forneçam, cada vez mais, informação e mais correcta.

Neste momento está-se a recolher os Ajustes Directos através do site base.gov.pt e os dados das empresas através do site publicações.mj.pt.

Cidadania 2.0: Gripenet


Gripenet: Projecto de vigilância participativa auto-reportada que monitoriza, em tempo real, a epidemia da gripe através de questionários de sintomas, reportados directamente pelos participantes

Logo do Gripenet

A ideia de monitorizar a epidemia sazonal de gripe, utilizando a Internet e com base na participação voluntária dos cidadãos, nasceu na Holanda, em 2003. Rapidamente constituiu-se num caso de sucesso de comunicação de ciência e de promoção da saúde. O projecto holandês, entretanto alargado à Bélgica que fala flamengo, motivou investigadores do Instituto Gulbenkian de Ciência (IGC) a encetar uma colaboração internacional que veio dar lugar, em 2005, ao Gripenet português.

Acompanhando a actividade esperada da gripe, o Gripenet recolhe dados de Novembro a Maio. É com base nesses dados, recolhidos em questionários on-line, que é feita a monitorização da epidemia sazonal. Contudo, o site www.gripenet.pt, que serve de suporte ao projecto, está activo durante todo o ano de forma a fornecer informação sobre a doença e as temáticas com ela envolvidas. O site do Gripenet é o maior repositório de conteúdos on-line em língua portuguesa sobre a gripe.

Gripenet - mapa de sintomas

 

Todos podem participar na monitorização Gripenet. Basta residirem em território nacional e possuir endereço de correio electrónico. Depois de se registarem no site, os participantes recebem semanalmente uma newsletter com curiosidades e notícias sobre a gripe e são convidados a preencher, em alguns segundos, um pequeno questionário sobre os sintomas gripais (ou ausência deles) da semana anterior. A recolha de dados (que são anonimizados) tem por objectivo monitorizar, em tempo real, a evolução da epidemia. Todos os resultados (incidência total, por grupos etários, eficácia da vacinação, comportamentos, etc) são públicos: http://bit.ly/1fE2rz9

Desta forma, qualquer cidadão pode contribuir com informação pertinente para o desenvolvimento de modelos epidemiológicos sobre a gripe.

Devido às suas características, o sistema Gripenet possibilita uma detecção precoce de eventuais anomalias, e uma captação de pessoas que recuperam da gripe sem recorrer aos serviços de saúde, com uma assinalável economia de recursos. Características potencialmente úteis em caso de uma eventual pandemia.

Os dados são analisados por investigadores do IGC e a informação fica disponibilizada no site sob a forma de curvas de incidência, projecção geo-referenciada em mapas de diferentes escalas, bases de dados para fins de investigação, etc. Este trabalho é acompanhado pelo desenvolvimento de modelos matemáticos e plataformas computacionais com capacidade para simular a propagação da gripe em Portugal e avaliar cenários de intervenção.

O projeto Gripenet é financiado pela Fundação Calouste Gulbenkian e pelo mecenato científico. Como parceiro do projeto Epiwork , o Gripenet participa ativamente na construção de uma rede europeia de monitorização da gripe através da Internet, designada Influenzanet. Fazem actualmente parte desta rede uma dezena de países europeus.

Em 2009, o Gripenet foi distinguido pela Agência para a Modernização Administrativa (AMA) como exemplo de “boas práticas” de serviço ao cidadão. Foi ainda incluído na Rede Comum de Conhecimento.

Cidadania 2.0: Moçambique: cada cidadão um observador eleitoral


Moçambique: cada cidadão um observador eleitoral: Repórteres cidadãos que usam telemóveis para enviar relatos espontâneos daquilo que observam durante o processo eleitoral

Logo A Verdade Autarquicas

Com o advento da era digital e o acesso cada vez mais disseminado às redes móveis de telecomunicação por todo o território moçambicano, qualquer cidadão pode assumir o papel de observador independente das eleições autárquicas de 20 de Novembro de 2013. Estas representam uma oportunidade – e um desafio – sem precedentes para os observadores e os média.

O Jornal @Verdade em parceria com o Centro de Integridade Pública e o Observatório Eleitoral está a publicar relatos em tempo real desde o início do período de recenseamento (25 de Maio), bem como na edição semanal impressa do Jornal, ficando assim disponíveis para escrutínio público. As ferramentas usadas incluem Facebook, Twitter, Flickr, YouTube, SMS e também o “Mural do Povo” onde os cidadãos sem acesso à tecnologia podem deixar as suas mensagens, denúncias e relatos com um simples giz.

Acompanhamento das Eleições em Moçambique

 

Sobre a primeira fase do projeto, que decorreu ao longo do recenseamento eleitoral (Maio-Julho 2013): http://globalvoicesonline.org/2013/07/26/photos-mozambique-elections-citizen-observers/

Notícias sobre o projeto: http://euvoto.verdade.co.mz/nas-noticias/

Eu Voto - uma das faces deste projeto

 

Cidadania 2.0: O teu Orçamento de Estado


O teu Orçamento de Estado: Com este projeto tentamos compilar as centenas de páginas do orçamento e mapas orçamentais numa visualização, para permitir que qualquer pessoa perceba para onde vão os seus impostos

O Teu Orcamento de Estado - Gráfico de mais alto nível

Baseado no projeto “Where does my money go” da Open Knowledge Foundation este projecto fornece uma infografia que simula o destino dos impostos de uma dada pessoa através da inserção de alguns dados sobre o seu rendimento. Nomeadamente, é solicitada a indicação de:

  • estado civil
  • agregado familiar
  • rendimento anual bruto.

A informação sobre a contribuição anual é também “traduzida” para a contribuição por dia, semana e mês.

O Teu Orçamento de Estado - Gráfico mais detalhado

Tendo começado em 2012, este projeto vai já na sua terceira edição, esta refletindo o orçamento de Estado para 2014.

As edições anteriores podem ser consultadas nos links abaixo:

Cidadania 2.0: Disse que não disse


Disse que não disse: Arquivo de tweets apagados por representantes políticos

Logo do Disse Que Não Disse

Baseado no projecto Politwoops criado na Holanda pela Open State Foundation, este projecto mostra os tweets apagados por representantes políticos portugueses.

Sim, porque “até mesmo os políticos postam coisas de que se arrependem mais tarde, sejam gaffes sejam pequenos erros”.

(Pode encontrar aqui mais informação sobre o projecto original. O texto está em holandês, mas deverá ser possível ficar com uma boa ideia da mensagem colocando o texto numa ferramenta de tradução.)

Este é um daqueles projectos que existe graças a código que foi originalmente criado aberto para que pudesse ser aproveitado por outras pessoas, levando a ideia, neste caso, até outros países (e já são mais de 30).

Página inicial do "Disse que não disse"

 

Cidadania 2.0: Histórias de gastos públicos


Histórias de gastos públicos: Os gastos públicos em prespetiva

Sem Imagem

Ideia

Acabei de ler que a Open Knowledge Foundation lançou mais um fantástico projeto, o Spending Stories.

O Spending Stories é um projeto que, recorrendo a dados abertos, põe em perspetiva quantias que lá sejam introduzidas. Num exemplo apresentado, quando dizemos que o programa de refeições escolares custa £6 milhões, pode valer a pena perceber que esse valor é um quinto dos gastos anuais com a monarquia britânica. No final do texto vem claramente referido o facto de ser um projeto desenvolvido em código aberto que a organização encoraja (e até ajuda) a alargar a outros países.

Seria interessante criar uma versão destas para Portugal, não? E para o Brasil? Afinal, se nos gabamos de já começarmos a ter bastantes dados abertos, temos mesmo é de os utilizar. E como muito do trabalho já está feito… Voluntários?

Spending Stories

Cidadania 2.0: Demo.cratica


Demo.crática: Demo.cratica é uma forma fácil de ler sobre os deputados e o Parlamento Português

O Demo.cratica é um projecto independente, livre e autónomo dedicado a oferecer uma nova visão sobre o Parlamento Português.

O Demo.cratica surgiu como ideia e começou a ganhar forma na Open Data Hackathon, um evento anual internacional que propõe um dia dedicado a um “sprint” de trabalho e reflexão sobre a informação pública e formas de a analisar e publicar. Para corresponder a esta data, foi organizado no Hacklaviva um fim-de-semana inteiro onde foram idealizadas e desenvolvidas formas de localização geográfica, documentação, filtragem e catalogação dos dados públicos.

Demo.cratica - visualização calendário

O uso de software livre e de formatos livres é uma parte fundamental do Demo.cratica. Recorrendo a excelentes ferramentas livres, foi possível recolher e processar a informação pública para que ela possa ser re-publicada em formatos livres. Ao mesmo tempo, toda a concretização prática do Demo.cratica foi possível graças ao uso integral de software livre. De forma a retribuir o esforço das pessoas e entidades que libertaram estas ferramentas, bem como compartilhar do seu espírito de comunidade e curiosidade, o Demo.cratica é também disponibilizado como software livre.

Ao longo de 9 meses, o Demo.cratica foi ganhando a forma com a qual é agora apresentado. Enquanto que os esforços na sua concepção e concretização foram muito significativos, o custo material da sua realização foram sensivelmente 30 euros — o custo do registo do domínio cratica.org (bem como .com e .net). Entre os vários benfeitores, a unimos.net cedeu-nos solidária e generosamente o alojamento e apoio técnico necessário, e a Gesto CRL cedeu-nos o espaço físico que permitiu organizar os Transparência Hackdays.

Tendo em conta as incontáveis horas e atenção dedicadas ao projecto, e considerando a mão-de-obra, planeamento e custos não financeiros envolvidos, atrevemo-nos a estimar que o seu valor e hipotético custo real seja não menos do que 50 000€. E é por ter um valor tão relevante que o decidimos dar.

Ainda há trabalho por fazer: o principal objectivo é conseguir processar e disponibilizar as transcrições da AR desde 1976. Também há muitos pormenores no site que queremos afinar.

Princípios

Livre acesso sem restrições
O Demo.cratica é, e será, um website de acesso livre e gratuito. No Demo.cratica não há, nem haverá, lugar a anúncios pagos ou conteúdos restritos.

Software livre
O Demo.cratica é integralmente construído com recurso a software livre. E seguindo o seu espírito, o código fonte do website é também software livre, permitindo a qualquer pessoa a sua análise, modificação e redistribuição segundo os termos da licença livre AGPL.

Neutralidade
Não existe qualquer edição ou manipulação de conteúdos no Demo.cratica, para além da redacção e remoção de elementos secundários das transcrições.

Quem
A concepção e autoria do website é da Manufactura Independente, um estúdio de investigação de metodologias livres no design, composto por Ana Carvalho e Ricardo Lafuente. A Manufactura Independente é responsável pela manutenção do site, processamento de conteúdos, design do interface e estruturas de informação.

As entidades envolvidas neste projecto são:
—  Hacklaviva, um espaço de emancipação tecnológica (hackerspace) baseado no Porto.
—  Transparência Hackday Porto, um núcleo surgido no Hacklaviva dedicado à libertação e análise das bases de dados de informação pública. O Demo.cratica incorpora o trabalho de extracção e processamento de informação dos deputados realizado no Transparência Hackday.
—  Unimos.net, associação baseada na Nazaré, dedicada ao desenvolvimento, investigação e implementação de redes sem-fios comunitárias; a Unimos.net associou-se solidariamente ao Demo.cratica fornecendo a certificação de identidade SSL e o alojamento e apoio tecnológico necessário.

Como
Tecnicamente, o Demo.cratica consiste em duas partes: um conjunto de ferramentas de extracção, análise e catalogação da informação pública, e um website para mostrar essa informação de uma forma simples e eficaz.

O Demo.cratica existe graças ao trabalho levado a cabo no Transparência Hackday Porto, onde têm sido desenvolvidas formas de organizar, compreender e catalogar bases de dados de informação pública em Portugal. É no Transparência que foram criadas as bases de informação individual dos deputados que o Demo.cratica utiliza nas suas páginas de informação. Grande parte das ferramentas de extracção acima mencionadas também foram criadas nos Transparência Hackdays Porto. As pessoas envolvidas neste esforço são (em ordem alfabética) Ana Carvalho, Cláudia Amorim, Eduardo Morais, Pedro Rodrigues, Ricardo Lafuente, Sara Moreira, Tiago Assis, Victor Cardoso e Vítor Silva.

Cidadania 2.0: TaraRecuperavel.org: para reduzir a poluição causada pelas garrafas e latas


TaraRecuperavel.org: para reduzir a poluição causada pelas garrafas e latas: Movimento cívico de preservação ambiental que defende que em Portugal todas as latas e garrafas de bebidas possam ser trocadas por dinheiro

TaraRecuperavel-logo

O TaraRecuperavel.org é um movimento cívico de preservação ambiental que defende que em Portugal todas as latas e garrafas de bebidas possam ser trocadas por dinheiro, à semelhança do que acontece há anos em 12 países europeus como a Alemanha ou a Holanda.

A maior parte do lixo que se encontra espalhado pelo nosso país são embalagens para bebidas. Principalmente garrafas e latas fabricadas em vidro, plástico ou metal. Portanto, materiais pouco biodegradáveis mas recicláveis.

A proibição da utilização de embalagens de tara perdida para bebidas, tais como águas, refrigerantes, iogurtes líquidos ou bebidas alcoólicas, eliminaria a maioria do lixo que flagela as nossas cidades, estradas, florestas ou praias.

Além disso, esta abordagem contribuiria para processos mais eficientes e eficazes de reciclagem, reduziria o preço dos produtos para o consumidor final e criaria novas atividades económicas.

A redução na quantidade de sacos de plástico que se encontram a poluir cidades e natureza, por terem passado a ser vendidos nas superfícies comerciais em vez de oferecidos, é ilustrativa do impacto efetivo que o movimento Tara Recuperável teria na sociedade.

Cabeçalho do site TaraRecuperavel.org

Cidadania 2.0: Med-capture


Med-capture: Aplicação que permite visualizar, a partir de uma receita médica, todos os medicamentos com a mesma substância activa

Splash do Med-Capture

Apontando a câmara do telemóvel ou tablet para o código de barras do medicamento, na receita médica, são imediatamente listados todos os medicamentos semelhantes e respectivos preços.

É um preciso auxiliar para todos os utentes de serviços farmacêuticos no sentido de racionalizar os custos com medicamentos.

Atenção: Esta aplicação é meramente informativa e não pretende substituir qualquer autoridade médica ou farmacêutica.

Encontra-se ainda em testes, a aguardar aprovação do Ministério da Saúde.

O med-capture é um exemplo da aplicação prática da nova diretiva comunitária de reutilização de dados públicos DIRETIVA 2013/37/UE DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO de 26 de junho de 2013, que pretende “desempenhar um papel importante no arranque do desenvolvimento de novos serviços baseados em novos modos de combinar e utilizar essas informações, estimular o crescimento económico e promover a intervenção social”