Cidadania 2.0: Mais cidadão!


Mais cidadão!: Fomentar a cidadania em cada freguesia!

MaisCidadao-logo

Este site permite aos cidadãos reportar problemas locais, tais como buracos nas estradas, depósitos de lixo ilegais, luzes de rua defeituosas, etc. As questões apresentadas são exibidas no mapa da cidade. Os usuários podem adicionar fotos e comentários. Além disso, eles podem sugerir soluções para melhorar a sua localidade.

O “Mais Cidadão” depois encaminha esses problemas ou sugestões para as devidas entidades agilizando os serviços e proporcionando aos usuários a sensação de que o município está a trabalhar.

Mais Cidadão (imagem capturada a 19 Set 2013)

Cidadania 2.0: Curso Livre de Sobrevivência Rodoviária


Curso Livre de Sobrevivência Rodoviária: Curso livre sobre segurança rodoviária e prevenção da sinistralidade, nomeado Sobrevivência Rodoviária

Logo da Estrada Viva

A Estrada Viva (www.estradaviva.org) preocupa-se com a conflitualidade no meio rodoviário e com o número inaceitável e persistente de vítimas em território nacional, sendo também sensível ao alerta da OMS para o crescente número de vítimas a nível global. Este curso livre, anunciado no dia 11 de Maio de 2011, início da Década Global de Segurança Rodoviária 2011-2020, pretende ser um contributo para o esclarecimento da opinião pública, através de informação e formação técnica sobre as causas da sinistralidade e as estratégias para a sua mitigação.

Editores e colaboradores, partilham uma visão sobre o que entendem por mobilidade sustentável, acessibilidade para todos, segurança, responsabilidade cívica, espaços urbanos partilhados e ainda protecção da saúde e do meio ambiente.

Sendo o fenómeno da sinistralidade rodoviária um problema de saúde pública e que envolve todos os sectores da sociedade, estamos a criar um programa abrangente que vai da prevenção à reabilitação e que deverá abranger todos os utentes da via pública.

O curso é integralmente realizado em vídeo e complementado com outros recursos, permitindo ao utilizador aprofundar os temas que mais lhe interessam.

Os nossos colaboradores são técnicos com experiência reconhecida nas suas respectivas áreas de actuação que aceitaram dar o seu testemunho e os seus ensinamentos para este curso que se assume livre, acessível para todos via Internet.

Estrada Viva (capturado a 21 Set 2013)

Cidadania 2.0: Geração Alerta


Geração Alerta: Projeto de produção de conteúdos audio, com base em “informação positiva”

geracaoalerta-logo

Trata-se de um projeto de produção de conteúdos audio, com base em “informação positiva”. Por informação positiva entendem-se todas as noticias confirmadas de casos de sucesso nacionais: pessoas, produtos e serviços e empresas. Pretende-se contrariar uma certa tendência para a publicação de notícias negativas, sensacionalistas e que ajudam a espalhar uma certa “vitimite” generalizada.

Geração Alerta

 

Num registo audio distribuído às rádios e nas plataformas web pretende-se dar poder às pessoas pela informação. Criar motivação para uma atitude mais proativa e positiva perante a vida. As rádios recebem assim um apoio fundamental para continuar o seu papel importantíssimo de fonte de informação de proximidade através da oferta deste tipo de conteúdos.

Geração Alerta no SoundCloud (captura a 23 Set 2013)

O projeto de boas notícias audio fez ano e meio no passado mês de Agosto e foi recentemente finalista do Prémio Nacional Multimédia, ficando ao lado de um projeto da Rádio Renascença e de um vídeo interactivo do Jornal O Jogo.

A rubrica Geração Alerta foca uma boa notícia diferente todos os dias e está presente em 22 rádios em Portugal e também na WEB para a comunidade de portugueses a residir no estrangeiro. Por estar disponível online numa plataforma social de ficheiros áudio, a sua partilha fica facilitada e aumenta o seu impacto / audiência.

Seja um(a) construtor(a) de boas notícias!

Cidadania 2.0: A Minha Rua


A Minha Rua: “A MINHA RUA” permite a todos os cidadãos reportar as mais variadas situações relativas a espaços públicos, desde a iluminação, jardins, passando por veículos abandonados ou a recolha de eletrodomésticos danificados. Com fotografia ou apenas em texto, todos os relatos são encaminhados para a autarquia selecionada, que lhe dará conhecimento sobre o processo e eventual resolução do problema.

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“A MINHA RUA” permite a todos os cidadãos reportar as mais variadas situações relativas a espaços públicos, desde a iluminação, jardins, passando por veículos abandonados ou a recolha de eletrodomésticos danificados. Com fotografia ou apenas em texto, todos os relatos são encaminhados para a autarquia selecionada, que lhe dará conhecimento sobre o processo e eventual resolução do problema.

“A Minha Rua” é um projeto desenvolvido pela Agência para a Modernização Administrativa, em conjunto com as Autarquias piloto: Arganil, Borba, Évora, Murça, Ovar, Pombal e Portalegre. Este projeto está inserido no Programa Simplex 09.

A Minha Rua (capturado a 26 Set 2013)

Cidadania 2.0: Um país como nós


Um país como nós: Cada um de nós é único, mas também faz parte das estatísticas

Logo de 1 País Como Nós

Mais do que um projecto de estatísticas, Um país como nós pretende ser uma ferramenta interativa que estabelece uma relação entre cada um de nós e os “números” das estatísticas do seu concelho e do país.

Para construir esta ferramenta foi criada uma base de dados que cruza indicadores de várias fontes: a maioria provém do INE (em particular dos Censos 2011), mas são também utilizados dados do IEFP – Instituto do Emprego e da Formação Profissional, da DGAL – Direção Geral da Administração Local e de outras instituições. Muitos deles foram obtidos a partir do site da PORDATA, que os disponibiliza em formato aberto e reutilizável.

Os indicadores escolhidos para este retrato do país incidem sobre três temas:

  • População (total, por género, por idade, entre outros temas)
  • Emprego e Economia (sectores de actividade, taxa de desemprego, salário médio…)
  • Educação e Saúde (escolaridade, número de habitantes por médico).

Estes indicadores são, daqueles disponíveis ao nível territorial do concelho, os que permitem uma maior aproximação ao tipo de análise feita pelo Índice de Desenvolvimento Humano (IDH).

Um País Como Nós (capturado a 27 Set 2013)

 

O projecto destina-se a um público generalista, procurando que cada pessoa consiga relacionar-se com as estatísticas das quais faz parte e que são publicadas pelas entidades oficiais portuguesas. Propõe-se uma espécie de jogo em que, à medida que escolhe as várias opções que estão de acordo com o seu perfil, o utilizador traça o seu retrato e fica a saber com que ‘fatia’ da tarte se identifica.

Na secção Estatísticas, consultar estatísticas do seu concelho e de outros, comparar concelhos à sua escolha e confrontá-los com as médias nacionais.

Tendo sido feito em ano de autárquicas, há também uma secção especial Autárquicas 2013, com listas completas de candidatos por concelho, resultados de eleições anteriores, imagens de campanha, notícias dos principais media nacionais online e um top atualizado dos candidatos mais referidos nas notícias. No dia das eleições serão divulgados os resultados à medida que forem divulgados pela CNE. Futuramente serão incluídos novos indicadores estatísticos e analisados outros temas relevantes ao nível do concelho.

TOME NOTA

Este projeto vai ser apresentado no evento Cidadania 2.0 (Porto, 26 e 27 setembro 2014). Veja o programa e inscreva-se!

 

Cidadania 2.0: No Meu Bairro


No Meu Bairro: Aplicação web e mobile para reportar situações onde é necessário a atuação dos serviços municipais

Logo do No Meu Bairro

O No meu Bairro é um serviço para reportar problemas que encontres na tua localidade.

Uma aplicação web e mobile lançada oficialmente e com o apoio da Câmara Municipal de Coimbra, onde as pessoas registam situações onde é necessário a actuação dos serviços municipais, como por exemplo estradas estragadas.

Os problemas podem ser coisas simples como um buraco na rua, um candeeiro com a lâmpada fundida ou um semáforo estragado. Mas podem ser coisas mais complexas. Deixamos ao teu critério.

O No meu Bairro tenta fazer chegar a informação a quem possa resolver a questão. Neste momento apenas conseguimos fazer isso se o problema reportado for nas seguintes cidades: Coimbra, Penela, Setúbal e Aveiro; mas a lista está a crescer continuamente.

bairro

Cidadania 2.0: UrbanFlow


UrbanFlow: Uma aplicação mobile para registar em tempo real a localização dos autocarros

urbanflow
Contacto disponível apenas para utilizadores registados

Todos sabemos que a experiência de apanhar um transporte público pode ser melhorada. Com a ajuda de todos, vamos poder calcular os horários reais por linha, paragem e dia da semana.

Instala a aplicação no teu smartphone Android. Depois, sempre que um transporte passar por ti, marca-o com a aplicação o mais rápido possível. Assim vamos ter os dados necessários para gerar horários mais fiáveis para todos!

Neste momento estão disponíveis em Coimbra os autocarros SMTUC e, no Porto, os transportes da STCP, Resende e Metro.

Cidadania 2.0: #mercadocoimbra


#mercadocoimbra: Fotos crowdsourced do Mercado Municipal de Coimbra

Logo do #mercadocoimbra

De forma a melhorar a afluência ao Mercado Municipal de Coimbra, criou-se uma hashtag no instagram, Flickr e 500px onde qualquer pessoa partilha online fotos dos produtos e outras informações relevantes. As fotos vão para o blog Mercado de Coimbra.

Página inicial do Mercado de Coimbra

 

Cidadania 2.0: Isto dava…


Isto dava…: Autocolantes que convidam quem passa a tirar a caneta do bolso para sugerir um uso para um edifício ou espaço da cidade desaproveitado

istodava1

Autocolantes que convidam quem passa a tirar a caneta do bolso para sugerir um uso para um edifício ou espaço da cidade desaproveitado. No site são depois partilhadas fotos georeferenciadas dos autocolantes colocados

Cidadania 2.0: Movimento Cidadania e Democracia Participativa


Movimento Cidadania e Democracia Participativa: O projecto tem como base a criação e desenvolvimento de processos e metodologias, assentes nas redes e novas tecnologias, para a gestão interna de partidos de democracia participativa

Movimento Cidadania e Democracia Participativa

A democracia portuguesa sofre hoje de de vários problemas decorrentes da inibição de participação dos cidadãos, em especial no interior dos partidos, dado que a sua forma de funcionamento interno não permite que a maioria dos militantes sejam ouvidos fora dos actos eleitorais internos e possam supervisionar e condicionar de forma eficaz as actividades dos representantes intra-partidários eleitos, o que permite um liberdade de acção abusiva aos agentes políticos, lesando o Estado e denegrindo a imagem pública da política. E esta é a principal situação que nos propomos a mudar, para que faça sentido pertencer a um partido, e para que assim este actue de acordo com a vontade colectiva dos seus militantes.

O projecto tem como base a criação e desenvolvimento de processos e metodologias, assentes nas redes e novas tecnologias, para a gestão interna de partidos de democracia participativa. Com este sistema, o funcionamento do respectivo partido assentará num modelo de governo sombra, em que grupos de cidadãos ou associações, defendem os seus interesses e contribuem com os seus conhecimentos em áreas homologas aos ministérios, influenciando assim todas as decisões do partido nas respectivas questões em que interfiram. O poder desses grupos e associações privadas que actuam no seio do partido depende da representatividade que a dado momento lhes esteja delegada por militantes do partido.

 

Cidadania 2.0: Despesa Pública


Despesa Pública: Saiba onde, como e por quem é gasto o dinheiro dos contribuintes

Logo do Despesa Pública

Despesa Pública nasce da necessidade de disponibilizar de forma acessível, organizada, detalhada e suficientemente flexível, informação de como, onde e por quem é gasto o dinheiro dos contribuintes. Todos os cidadãos têm o direito ao acesso a esta informação, para que possam colaborar no controlo da despesa pública: comentando, interrogando, divulgando e fiscalizando os gastos das instituições públicas.

O Estado gasta milhares de euros em novas tecnologias, em plataformas que potenciam e facilitam a cobrança da receita, no entanto, no que respeita à disponibilização de informação sobre as instituições públicas, o seu património e despesa, a pouca informação que existe, está dispersa, mal organizada e de difícil acesso.

Despesa Pública

 

A transparência e o fácil acesso à informação é o primeiro instrumento no combate à corrupção, por isso não se entende porque existe tanta relutância na maioria das instituições públicas em disponibilizar essa informação.

Pretende-se que este projecto seja uma plataforma informativa e útil à sociedade. Não querendo ser sensacionalista, nem partidária, espera-se que os cidadãos e os diferentes intervenientes, vejam-na como um apoio ao crescimento do país, à cidadania participativa e à concorrência leal no fornecimento de bens/serviços ao sector público.

A recolha desta informação nem sempre é um processo simples, e por vezes, esta não está 100% correcta, por isso, cabe a todos nós, procedermos à sua validação e solicitar às instituições que forneçam, cada vez mais, informação e mais correcta.

Neste momento está-se a recolher os Ajustes Directos através do site base.gov.pt e os dados das empresas através do site publicações.mj.pt.

Cidadania 2.0: Gripenet


Gripenet: Projecto de vigilância participativa auto-reportada que monitoriza, em tempo real, a epidemia da gripe através de questionários de sintomas, reportados directamente pelos participantes

Logo do Gripenet

A ideia de monitorizar a epidemia sazonal de gripe, utilizando a Internet e com base na participação voluntária dos cidadãos, nasceu na Holanda, em 2003. Rapidamente constituiu-se num caso de sucesso de comunicação de ciência e de promoção da saúde. O projecto holandês, entretanto alargado à Bélgica que fala flamengo, motivou investigadores do Instituto Gulbenkian de Ciência (IGC) a encetar uma colaboração internacional que veio dar lugar, em 2005, ao Gripenet português.

Acompanhando a actividade esperada da gripe, o Gripenet recolhe dados de Novembro a Maio. É com base nesses dados, recolhidos em questionários on-line, que é feita a monitorização da epidemia sazonal. Contudo, o site www.gripenet.pt, que serve de suporte ao projecto, está activo durante todo o ano de forma a fornecer informação sobre a doença e as temáticas com ela envolvidas. O site do Gripenet é o maior repositório de conteúdos on-line em língua portuguesa sobre a gripe.

Gripenet - mapa de sintomas

 

Todos podem participar na monitorização Gripenet. Basta residirem em território nacional e possuir endereço de correio electrónico. Depois de se registarem no site, os participantes recebem semanalmente uma newsletter com curiosidades e notícias sobre a gripe e são convidados a preencher, em alguns segundos, um pequeno questionário sobre os sintomas gripais (ou ausência deles) da semana anterior. A recolha de dados (que são anonimizados) tem por objectivo monitorizar, em tempo real, a evolução da epidemia. Todos os resultados (incidência total, por grupos etários, eficácia da vacinação, comportamentos, etc) são públicos: http://bit.ly/1fE2rz9

Desta forma, qualquer cidadão pode contribuir com informação pertinente para o desenvolvimento de modelos epidemiológicos sobre a gripe.

Devido às suas características, o sistema Gripenet possibilita uma detecção precoce de eventuais anomalias, e uma captação de pessoas que recuperam da gripe sem recorrer aos serviços de saúde, com uma assinalável economia de recursos. Características potencialmente úteis em caso de uma eventual pandemia.

Os dados são analisados por investigadores do IGC e a informação fica disponibilizada no site sob a forma de curvas de incidência, projecção geo-referenciada em mapas de diferentes escalas, bases de dados para fins de investigação, etc. Este trabalho é acompanhado pelo desenvolvimento de modelos matemáticos e plataformas computacionais com capacidade para simular a propagação da gripe em Portugal e avaliar cenários de intervenção.

O projeto Gripenet é financiado pela Fundação Calouste Gulbenkian e pelo mecenato científico. Como parceiro do projeto Epiwork , o Gripenet participa ativamente na construção de uma rede europeia de monitorização da gripe através da Internet, designada Influenzanet. Fazem actualmente parte desta rede uma dezena de países europeus.

Em 2009, o Gripenet foi distinguido pela Agência para a Modernização Administrativa (AMA) como exemplo de “boas práticas” de serviço ao cidadão. Foi ainda incluído na Rede Comum de Conhecimento.

Cidadania 2.0: Demo.cratica


Demo.crática: Demo.cratica é uma forma fácil de ler sobre os deputados e o Parlamento Português

O Demo.cratica é um projecto independente, livre e autónomo dedicado a oferecer uma nova visão sobre o Parlamento Português.

O Demo.cratica surgiu como ideia e começou a ganhar forma na Open Data Hackathon, um evento anual internacional que propõe um dia dedicado a um “sprint” de trabalho e reflexão sobre a informação pública e formas de a analisar e publicar. Para corresponder a esta data, foi organizado no Hacklaviva um fim-de-semana inteiro onde foram idealizadas e desenvolvidas formas de localização geográfica, documentação, filtragem e catalogação dos dados públicos.

Demo.cratica - visualização calendário

O uso de software livre e de formatos livres é uma parte fundamental do Demo.cratica. Recorrendo a excelentes ferramentas livres, foi possível recolher e processar a informação pública para que ela possa ser re-publicada em formatos livres. Ao mesmo tempo, toda a concretização prática do Demo.cratica foi possível graças ao uso integral de software livre. De forma a retribuir o esforço das pessoas e entidades que libertaram estas ferramentas, bem como compartilhar do seu espírito de comunidade e curiosidade, o Demo.cratica é também disponibilizado como software livre.

Ao longo de 9 meses, o Demo.cratica foi ganhando a forma com a qual é agora apresentado. Enquanto que os esforços na sua concepção e concretização foram muito significativos, o custo material da sua realização foram sensivelmente 30 euros — o custo do registo do domínio cratica.org (bem como .com e .net). Entre os vários benfeitores, a unimos.net cedeu-nos solidária e generosamente o alojamento e apoio técnico necessário, e a Gesto CRL cedeu-nos o espaço físico que permitiu organizar os Transparência Hackdays.

Tendo em conta as incontáveis horas e atenção dedicadas ao projecto, e considerando a mão-de-obra, planeamento e custos não financeiros envolvidos, atrevemo-nos a estimar que o seu valor e hipotético custo real seja não menos do que 50 000€. E é por ter um valor tão relevante que o decidimos dar.

Ainda há trabalho por fazer: o principal objectivo é conseguir processar e disponibilizar as transcrições da AR desde 1976. Também há muitos pormenores no site que queremos afinar.

Princípios

Livre acesso sem restrições
O Demo.cratica é, e será, um website de acesso livre e gratuito. No Demo.cratica não há, nem haverá, lugar a anúncios pagos ou conteúdos restritos.

Software livre
O Demo.cratica é integralmente construído com recurso a software livre. E seguindo o seu espírito, o código fonte do website é também software livre, permitindo a qualquer pessoa a sua análise, modificação e redistribuição segundo os termos da licença livre AGPL.

Neutralidade
Não existe qualquer edição ou manipulação de conteúdos no Demo.cratica, para além da redacção e remoção de elementos secundários das transcrições.

Quem
A concepção e autoria do website é da Manufactura Independente, um estúdio de investigação de metodologias livres no design, composto por Ana Carvalho e Ricardo Lafuente. A Manufactura Independente é responsável pela manutenção do site, processamento de conteúdos, design do interface e estruturas de informação.

As entidades envolvidas neste projecto são:
—  Hacklaviva, um espaço de emancipação tecnológica (hackerspace) baseado no Porto.
—  Transparência Hackday Porto, um núcleo surgido no Hacklaviva dedicado à libertação e análise das bases de dados de informação pública. O Demo.cratica incorpora o trabalho de extracção e processamento de informação dos deputados realizado no Transparência Hackday.
—  Unimos.net, associação baseada na Nazaré, dedicada ao desenvolvimento, investigação e implementação de redes sem-fios comunitárias; a Unimos.net associou-se solidariamente ao Demo.cratica fornecendo a certificação de identidade SSL e o alojamento e apoio tecnológico necessário.

Como
Tecnicamente, o Demo.cratica consiste em duas partes: um conjunto de ferramentas de extracção, análise e catalogação da informação pública, e um website para mostrar essa informação de uma forma simples e eficaz.

O Demo.cratica existe graças ao trabalho levado a cabo no Transparência Hackday Porto, onde têm sido desenvolvidas formas de organizar, compreender e catalogar bases de dados de informação pública em Portugal. É no Transparência que foram criadas as bases de informação individual dos deputados que o Demo.cratica utiliza nas suas páginas de informação. Grande parte das ferramentas de extracção acima mencionadas também foram criadas nos Transparência Hackdays Porto. As pessoas envolvidas neste esforço são (em ordem alfabética) Ana Carvalho, Cláudia Amorim, Eduardo Morais, Pedro Rodrigues, Ricardo Lafuente, Sara Moreira, Tiago Assis, Victor Cardoso e Vítor Silva.

Cidadania 2.0: Incêndios.pt


Incêndios.pt: Aplicação web que permite a visualização e exploração de dados relativos a incêndios em Portugal para o período 2001 – 2012

Incêndios.pt - Logo

O Instituto da Conservação de Natureza e das Florestas (ICNF) publicou no seu website uma coletânea de dados bastante detalhada sobre incêndios ocorridos em Portugal. Estes dados estão disponívies como um conjunto de ficheiros .xlsx e fornecem informações sobre as (perto de) 400 000 ocorrências verificadas entre 2001 e 2012.

Através de incendios.pt, a Flipside pretende disponibilizar uma forma diferente de visualizar e analisar dados sobre os incêndios, bem como permitir ao público compreender a situação melhor em Portugal.

Página inicial do Incêndios.pt

Uma das formas de navegar e explorar dados no Incêndios.pt

TOME NOTA

Este projeto vai ser apresentado no evento Cidadania 2.0 (Porto, 26 e 27 setembro 2014). Veja o programa e inscreva-se!

Cidadania 2.0: POPSTAR


POPSTAR: Projeto que desenvolve métodos de recolha, medição e agregação de opiniões políticas e económicas veiculadas em micro-blogs (Twitter), na blogosfera e nas notícias

Logo do POPSTAR

POPSTAR (Public Opinion and Sentiment Tracking, Analysis, and Research) é um projeto que desenvolve métodos de recolha, medição e agregação de opiniões políticas e económicas veiculadas em micro-blogs (Twitter), na blogosfera e nas notícias. Para além disso, tem também como objectivo confrontar os dados assim gerados com indicadores mais convencionais de opinião pública, nomeadamente os obtidos através de inquéritos por questionário (sondagens).

Este projeto reúne investigadores do Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa (ICS-ULisboa), do Instituto de Engenharia de Sistemas e Computadores-ID Lisboa (INESC-ID), da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto (FEUP) e do Núcleo de Investigação em Políticas Económicas da Universidade do Minho (NIPE-UM). O POPSTAR é um projeto financiado pela Fundação para a Ciência e Tecnologia (PTDC/CPJ-CPO/116888/2010).

Página inicial do POPSTAR

Este site apresenta os dados que resultam do funcionamento do primeiro protótipo das ferramentas de detecção e análise de tendências de:

  • Menções a líderes político-partidários no Twitter, na blogosfera e nas notícias.
  • Sentimento transmitido através de “tweets” sobre esses líderes.
  • Intenções de voto nos seus partidos captadas através de sondagens.
  • Avaliações da atuação desses líderes captadas através de sondagens.

 

O Buzz do POPSTAR encontram-se as tendências na frequência relativa e absoluta com que os líderes políticos são mencionados no Twitter, nas notícias e nos blogues

 

Para mais informações sobre o projeto, clique aqui e aqui.

TOME NOTA

Este projeto vai ser apresentado no evento Cidadania 2.0 (Porto, 26 e 27 setembro 2014). Veja o programa e inscreva-se!

 

Cidadania 2.0: POP-Portal de Opinião Pública


POP-Portal de Opinião Pública: Colige dados agregados sobre os valores, atitudes e comportamentos dos europeus nos últimos 20 anos

Logo do projeto POP

O projecto POP – Portal de Opinião Pública – é o resultado de uma parceria entre a Fundação Francisco Manuel dos Santos (FFMS) e o Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa. O POP colige dados agregados sobre os valores, atitudes e comportamentos dos europeus nos últimos 20 anos. A informação fornecida pelo POP está organizada em torno de grandes temas: a política, a economia, a religião, o trabalho, os grupos sociais, a família e o indivíduo. Os dados são produzidos pelo Eurobarómetro, pelo Estudo Europeu dos Valores e pelo Inquérito Social Europeu. Procurámos que o POP fornecesse uma plataforma de visualização destes dados que fosse muito simples e legível. Cuidámos também de facilitar a partilha desta informação, seja através de correio electrónico seja através das redes sociais. Para o utilizador mais empenhado, há também a possibilidade de trabalhar sobre os gráficos gerados pela plataforma ou de descarregar os dados para análise própria.

Página inicial do POP

POP - Um gráfico

Cidadania 2.0: Quanto pagas de renda em Coimbra?


Quanto pagas de renda em Coimbra?: Este website permite recolher informação sobre as rendas dos quartos e casas de Coimbra

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Este website permite recolher informação sobre as rendas dos quartos e casas de Coimbra. O objectivo é fornecer dados e estatísticas sobre os preços das rendas, que ajudem os cidadãos a tomar melhores decisões e analisar a realidade imobiliária da cidade.

Sabemos que o preço das rendas de uma cidade dependem de muitos factores para além da localização e topologia, mas queremos começar com uma recolha simples que nos permita ter rapidamente um número de dados suficiente para caracterizar as diferentes zonas de Coimbra.

Em qualquer momento, pode fazer download de todas os dados recebidos no formato CSV.

Escolhemos usar códigos postais porque, embora identiquem uma localização precisa da cidade, garantem que os dados submetidos são anónimos (não permitem distinguir uma moradia específica, por exemplo). A localização das ruas correspondentes aos códigos postais foi obtida automaticamente e, portanto, incluem alguns erros.

Este é um projecto desenvolvido no Improve Coimbra, um evento mensal com o objectivo de encontrar e implementar soluções para melhorar Coimbra.

O código fonte está disponível no GitHub.

Cidadania 2.0: CycleOurCity


CycleOurCity: Um planeador colaborativo de deslocações de bicicleta na área de Lisboa

Página inicial do Cycle Our City

O CycleOurCity trata-se de um planeador de deslocações de bicicleta na área de Lisboa. Este sistema teve origem no trabalho de Mestrado do Nelson Nunes, no âmbito de um projecto de investigação no Instituto Superior Técnico e INESC-ID

Este sistema é um sistema colaborativo e por isso envolve os próprios utilizadores de bicicleta para tomar maior conhecimento sobre a rede viária, de modo a devolver melhores trajectos aos seus utilizadores. Desta forma, é pedido aos utilizadores para classificarem os troços que conhecem de acordo com escalas de inclinação, segurança e tipo de pavimento.

Um percurso no CycleOurCity e o menu de opções

Vemos o CycleOurCity como um projecto que unirá a comunidade de pessoas que usam a bicicleta numa cidade. Permitindo que quem conhece alguns bairros como a palma da sua mão torne essa informação útil a outros utilizadores de bicicleta na mesma cidade.

Para mais informação, consulte a dissertação de Mestrado que deu origem ao CycleOurCity.

Cidadania 2.0: Adoeci.com


Adoeci.com: Plataforma gratuita que promove a união de pessoas que tenham sido diagnosticadas com a mesma patologia

Logo do adoeci.com

adoeci.com destina-se a pacientes que já tenham sido diagnosticados com uma patologia e a familiares que sentem necessidade de apoio e de partilhar o que estão a viver.

Adoeci - Listagem de grupos (doenças)

A plataforma além da partilha de experiências, permite criar registos como contactos médicos, medicação activa, estados de humor, entre outros.

Adoeci.com - Formas de interagir com a plataforma

TOME NOTA

Este projeto vai ser apresentado no evento Cidadania 2.0 (Porto, 26 e 27 setembro 2014). Veja o programa e inscreva-se!